Itália abre investigação a Ben-Gvir por tortura e sequestro de ativistas

 

A Justiça italiana abriu uma investigação ao ministro israelita Itamar Ben-Gvir, suspeito de torturar e sequestrar os ativistas a bordo da Flotilha. A averiguação tem por base um vídeo partilhado pelo próprio onde provoca os ativistas, que estão algemados e ajoelhados no chão

A Justiça italiana abriu uma investigação ao ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, devido ao vídeo partilhado pelo próprio no mês passado, que o mostrava a escarnecer de dezenas de ativistas da Flotilha ajoelhados e algemados e no chão.

Segundo a agência de notícias Ansa, a investigação já se encontra em andamento há várias semanas na Procuradoria de Roma e apura se há bases para considerar o ministro culpado de tortura e sequestro de cidadãos italianos que estavam entre os ativistas.

Recorde-se de que em causa está um vídeo partilhado a 20 de maio onde surgem dezenas de ativistas internacionais ajoelhados no chão nas instalações do porto de Ashdod com as mãos amarradas.

Em resposta à notícia da investigação, Ben-Gvir emitiu um comunicado onde afirmou: "Não me vou amedrontar por esta ou outra investigação e vou continuar a estar ao lado dos nossos soldados orgulhosamente".

Mais tarde, na sua rede social X deixou a simples frase: "O país da bota tornou-se o país do chinelo", referindo-se ao formato do país italiano que, no mapa, se assemelha a uma bota.

Fonte: Notícias ao Minuto, 8 de junho de 2026

Dispor os ativistas a bordo da Flotilha de rabo para o ar adveio de uma profunda análise das suas identificações políticas – com o rezar muçulmano. O ministro, um político arguto e iluminado, quis ser simpático, pôr as pessoas à vontade. Tal como o governo do chanceler Adolf Hitler detetara que os eleitos gostam de andar identificados nas ruas, por isso os seus estilistas desenharam uma bonita estrela – inspirada nas tradições – para porem ao peito.

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