França vai pedir à ONU a demissão de Francesca Albanese pelas declarações contra Israel

Perry Mason (1957-1966) – Lloyd Corrigan

França vai pedir a demissão de Francesca Albanese, a relatora especial da ONU para os Territórios Palestinianos Ocupados, que, nos últimos dois anos, denunciou várias vezes a guerra de Israel contra o Hamas em Gaza como genocídio e limpeza étnica dos palestinianos.

Jean-Noel Barrot, ministro dos Negócios Estrangeiros francês, condenou "sem reservas as palavras ultrajantes e irresponsáveis" da jurista italiana, acusando-a de declarações que "visam não o governo israelita, cuja política é permitido criticar, mas Israel como povo e nação". Albanese ainda não se pronunciou sobre o assunto.

O ministro francês referia-se ao que disse a relatora especial da ONU no sábado passado, durante um fórum organizado em Doha pela Al Jazeera, no qual afirmou, a propósito das ações de Israel e das violações do direito internacional, que "vemos agora como a humanidade tem um inimigo comum".

Barrot qualificou Albanese de "militante política que difunde discursos de ódio que prejudicam a própria causa palestiniana que ela gostaria de defender", anunciando que França irá pedir a sua demissão a 23 de fevereiro no Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Vários membros da maioria governamental em Itália e a União das Comunidades Judaicas Italianas saudaram o anúncio de Paris.

Fonte: Euronews, 11 de fevereiro de 2026

Não há genocídio. Não morreu ninguém em Gaza ou na Cisjordânia. Tudo invenções do Putin, o bombo da festa dos políticos europeus. Os franceses têm mais medo do povo eleito do que das batatas fritas dos ingleses, temem mais alguma mancha na sua primeira dama ou no seu presidente. 

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