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Antigo chefe do Mossad revela que agentes israelitas visitaram "muitas vezes" instalação nuclear iraniana de Fordo

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Yossi Cohen, que liderou o Mossad entre 2016 e 2021, disse ainda que o bombardeamento norte-americano de Fordo foi "a concretização de todos os sonhos" Um antigo chefe do Mossad afirmou esta terça-feira que agentes dos serviços secretos israelitas visitaram “muitas vezes” a instalação nuclear iraniana de Fordo, 120 quilómetros a sul de Teerão, para compreender melhor as infraestruturas. Em junho de 2025, Israel lançou uma guerra contra o arqui-inimigo, o Irão, com o objetivo declarado de enfraquecer os programas nuclear e balístico, que considera uma “ameaça existencial”. As forças armadas norte-americanas participaram por pouco tempo nesse conflito de 12 dias, utilizando aviões de última geração para bombardear as instalações nucleares de Fordo, Natanz e Isfahan, as duas últimas a 320 e 330 quilómetros a sul de Teerão, respetivamente. O complexo de enriquecimento de Natanz voltou a ser alvo durante o conflito lançado a 28 de fevereiro por uma ofensiva norte-americana...

Netanyahu quer desafiar Mamdani em NY: "Vou falar a verdade"

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Logo depois das cerimónias fúnebres do senador republicano Lindsey Graham, e horas após uma reunião que descreveu como “ uma das melhores que já teve com o amigo Trump ”, Benjamin Netanyahu sentou-se com outro amigo, o apresentador da Fox News , Sean Hannity — a quem o primeiro-ministro israelita elogia e diz ter “envelhecido como um bom vinho”. Nesta entrevista, diz que a aliança de Israel com os EUA é forte como “um muro de granito ”; mostra-se cético quanto a um acordo com o Irão, garantindo que o objetivo neste conflito “vai ser atingido, seja por vias diplomáticas ou outras”; e confirma que vai à Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque, sem esconder o desejo de um frente a frente com Zohran Mamdani. Sobre as ameaças do autarca de Nova Iorque, Zohran Mamdani, que afirmou várias vezes durante a campanha eleitoral que pretendia cumprir o mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional contra o primeiro-ministro, na ocasião da próxima Assembleia Geral da ONU, marcada para setembro ...

Como Trump virou o acordo nuclear com a Arábia Saudita de pernas para o ar menos de 24 horas após a assinatura

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Na tarde de quarta-feira, as autoridades reuniram-se na sede do Departamento de Energia, no centro de Washington, para um evento aguardado há mais de duas décadas: a assinatura de um acordo nuclear civil entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita. Duas bandeiras americanas e sauditas foram colocadas no palco e sobre a mesa onde estava sentado o secretário de Energia, Chris Wright. Um ecrã gigante transmitia a imagem do seu homólogo saudita de Riade. Após meses de atraso, o acordo foi finalmente assinado. Os sauditas tinham conquistado grande parte das suas reivindicações para o acordo. Mas, tão depressa como foi anunciado, pareceu desmoronar-se. Na quinta-feira de manhã, Trump afirmou numa publicação nas redes sociais que o acordo estava sujeito a uma nova condição : a Arábia Saudita teria de aderir aos Acordos de Abraão , uma iniciativa da primeira administração Trump que levou vários países árabes a normalizarem as suas relações diplomáticas com Israel. Trump negou ainda que o ...

Donald Trump aprova acordo nuclear que poderá permitir à Arábia Saudita enriquecer urânio

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O presidente dos Estados Unidos terá aprovado um acordo para ajudar o reino da Arábia Saudita a produzir energia nuclear em reatores civis. Segundo peritos, tal poderá abrir caminho a uma arma nuclear O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, aprovou um acordo com a Arábia Saudita que poderá vir a dotar o reino de capacidade de enriquecimento de urânio para o seu programa nuclear civil. Prevê-se que o pacto tenha uma duração de 30 anos e envolva empresas dos EUA no desenvolvimento do programa . Poderá permitir a construção de uma instalação de enriquecimento de urânio na Arábia Saudita, na sequência de um estudo conjunto entre Washington e Riade. A notícia foi avançada pelos jornais “ The Wall Street Journal e The New York Times , e confirmada à agência Associated Press por duas fontes não autorizadas a comentar em público a decisão, cujo anúncio formal deverá acontecer ainda esta quarta-feira. A Casa Branca não respondeu de imediato a um pedido de comentá...

Portugal rejeita vender 200 toneladas de urânio para ter reserva estratégica

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Margarida Corceiro Há mais de 30 anos que Portugal armazenou 200 toneladas de concentrado de urânio após fecho de mina. Executivo de António Costa quis vender , mas nunca aconteceu. Apesar de não apostar no nuclear, governo quer reserva para “salvaguardar opções futuras” A mina portuguesa de urânio da Urgeiriça trabalhou durante 80 anos até parar a produção na década de 90. Foi desta mina em Nelas, distrito de Viseu, que saiu minério radioativo para o laboratório da cientista franco-polaca Marie Sklodowska-Curie, vencedora do prémio Nobel duas vezes e a primeira mulher a receber a honra. Forneceu também o Reino Unido e os Estados Unidos da América no pós-Segunda Guerra Mundial, numa altura em que as maiores potências mundiais estavam numa corrida pela supremacia de armas nucleares na Guerra Fria contra a União Soviética. Mais de 3700 toneladas de concentrado de urânio foram produzidas ao longo de várias décadas . O executivo de António Costa chegou a estudar a venda deste urâni...

"Olá, eu sou o chefe": foi assim a entrada de Trump na reunião do G7

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  "Hello, I'm the boss", anunciou o presidente norte-americano Donald Trump à chegada à reunião do G7, esta manhã, de acordo com um vídeo republicado pela Casa Branca nas redes sociais. Fonte: CNN Portugal, 17 de junho de 2026 "Serão tomadas novas medidas para pressionar a Rússia": Zelensky congratula-se com resultado da reunião do G7 "A Cimeira do G7 em França trouxe resultados importantes para a Ucrânia. O mais importante foi que concordámos com o reforço adicional da defesa aérea ucraniana", congratulou-se o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acrescentando: "Serão tomadas novas medidas para pressionar a Rússia em relação à guerra – pressão em prol da paz. Os nossos parceiros garantirão o apoio à nossa defesa e resiliência energética." Fonte: CNN Portugal, 17 de junho de 2026 Bastaram 20 minutos com Zelensky para Trump mudar de posição e deixar de ver a Ucrânia como "perdedora" A mudança de postura do presidente norte...

Porque é que Trump excluiu a Europa das negociações com o Irão?

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  Há 15 anos, os aliados ocidentais conseguiram consolidar o JCPOA, mas, desde então, têm feito tudo para sabotar o processo Quando o presidente Donald Trump anunciou um possível entendimento entre os EUA e o Irão, fê-lo depois de telefonar para vários países da região: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein, Turquia, Paquistão, Egito, Jordânia e – em separado – Israel. Nenhuma capital europeia estava na lista de contactos. Como observou Trita Parsi, diretor executivo do Quincy Institute, “a ausência quase total da Europa no processo é impressionante – embora dificilmente problemática. Por esta altura, a irrelevância diplomática da Europa nas principais negociações com o Médio Oriente tornou-se tão normalizada que a sua exclusão mal se nota ”. No entanto, esta ausência e as suas implicações merecem uma análise mais aprofundada. Como é que a Europa passou de liderar a diplomacia com o Irão – culminando no acordo nuclear conhecido como Plano de Ação Conjunto Glo...

Esqueça a energia solar: NASA planeia colocar reatores nucleares na superfície da Lua

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  As capacidades espaciais aumentaram significativamente nos últimos anos, com a missão Artemis II da NASA a levar os astronautas Reid Wiseman, Christina Koch, Victor Glover e Jeremy Hansen à Lua, na primeira missão lunar em mais de 50 anos. Agora, a agência espacial americana tem em vista um objetivo ainda mais ambicioso: colocar reatores nucleares na Lua até 2030 através do seu projeto Fission Surface Power, com planos para lançar um reator de média potência em órbita até 2028. Para isso, a NASA terá de juntar forças com o Departamento de Energia e o Departamento de Defesa dos EUA. O Gabinete de Ciência e Tecnologia da Casa Branca (OSTP) já partilhou novas orientações para as agências federais desenvolverem um roteiro para a tecnologia nuclear espacial. "A energia nuclear no espaço dar-nos-á a eletricidade sustentada, o aquecimento e a propulsão essenciais para uma presença permanente na Lua, em Marte e mais além", afirmou o OSTP numa publicação no X. Porque é que...

Finlândia vai permitir armas nucleares no seu território

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  A Finlândia abandonou a sua política de neutralidade militar, vigente durante décadas, ao aderir à NATO em abril de 2023 Esta quinta-feira, o ministro finlandês da Defesa admitiu que o executivo está a considerar alterar a sua legislação para suspender as restrições à presença de armas nucleares no seu território, de forma a alinhar com a política de dissuasão da NATO. "Com a proposta do governo, seria possível, no futuro, trazer uma arma nuclear para a Finlândia, ou transportá-la, entregá-la ou possuí-la no país, caso esteja relacionada com a defesa militar finlandesa", declarou Antti Hakkanen, à imprensa. "Em todas as outras situações não abrangidas por esta exceção, a importação, o transporte, a entrega e a detenção de explosivos nucleares continuarão proibidos", acrescentou. Hakkanen afirmou que o ambiente de segurança na Finlândia e na Europa "mudou e deteriorou-se de forma fundamental e significativa" com a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2...

Macron diz que França não hesitará em usar arma nuclear para “proteger” os seus interesses

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  Posição do presidente francês surge no momento em que no Médio Oriente há uma escalada do conflito, depois do ataque dos EUA e Israel ao Irão O presidente francês, Emmanuel Macron, disse esta segunda-feira que não terá dúvidas em utilizar armamento nuclear em caso de ameaça aos interesses vitais de França e que ordenou o reforço do arsenal nuclear do país. A França vai deixar de comunicar o número de ogivas no seu arsenal. “O nosso país tem esta arma fora do comum que é a base da nossa defesa. A decisão última de utilizá-la é do presidente”, disse Emmanuel Macron. “Não hesitarei em tomar a decisão que seja indispensável aos nossos interesses vitais”, assegurou o chefe de Estado num discurso na base militar de Île Longue, que abriga os submarinos nucleares do país Macron defendeu que “os novos tempos exigem um endurecimento da doutrina nuclear francesa” e alertou ainda para uma “possível eclosão de conflitos nas fronteiras” francesas. O país entra agora numa nova fase, a “di...