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G7 vai libertar até 100 milhões de barris de petróleo para baixar preços

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Emmanuel Macron diz que as medidas "deverão fazer baixar os preços " dos combustíveis. O líder francês afirmou ainda que não haverá "qualquer proibição" das exportações de gasóleo entre os países que integram o G7, que reúne os sete países mais ricos do mundo Os países do G7 vão libertar "até 100 milhões de barris" de gasóleo e petróleo bruto nos próximos quatro meses para aliviar a pressão sobre os mercados energéticos, anunciou esta sexta-feira o presidente francês, Emmanuel Macron. O líder francês afirmou ainda que não haverá "qualquer proibição" das exportações de gasóleo entre os países que integram o Grupo dos Sete (G7), que reúne os sete países mais ricos do mundo. Segundo o chefe de Estado francês, cujo país assume atualmente a presidência rotativa do G7, as medidas acordadas pelas sete principais economias industrializadas "deverão fazer baixar os preços" dos combustíveis. O G7 é composto pela Alemanha, Canadá, Estados ...

Do Canadá à IA: o discurso de von der Leyen sobre o Estado da União em dez pontos

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The Marlow Murder Club (2024) - Jacqueline Boatswain Da proibição das redes sociais para crianças e um convite aos laboratórios de IA, às relações com a China e novos anúncios na defesa, saiba as prioridades da Comissão Europeia para este ano Durante cerca de uma hora e quinze minutos , a presidente da Comissão Europeia apresentou aos eurodeputados as prioridades de Bruxelas para o novo ano legislativo. O chamado discurso sobre o Estado da União — o sexto de Ursula von der Leyen desde que chegou à liderança do Executivo comunitário — mais do que se focar em soluções para reavivar o crescimento da economia, teve nas relações com o Canadá o maior destaque, conquistando até aplausos de várias bancadas do hemiciclo do Parlamento Europeu . Ainda assim, houve anúncios relevantes na área da defesa, tais como as propostas de relançar o Conselho Europeu de Segurança e de usar as verbas restantes do programa SAFE para financiar projetos conjuntos com a Ucrânia — uma forma de a União Europ...

Declaração da presidente von der Leyen com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte

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“Caro Mark, é sempre um prazer recebê-lo. Estamos hoje reunidos para discutir o ataque da Rússia em Leipzig. O governo alemão identificou a Rússia como responsável por uma tentativa de ataque a aviões de carga no Aeroporto de Leipzig/Halle. Se este ataque tivesse sido bem-sucedido, teria resultado em enormes danos e possivelmente até em perda de vidas. Por isso, quero ser muito clara sobre o que foi isto . Tratou-se de um ataque com material de uso militar, levado a cabo por agentes russos em solo da UE. E não o toleraremos. Manifestamos total solidariedade à Alemanha. E se a intenção era fazer-nos repensar o apoio à Ucrânia, posso afirmar que isso apenas fortaleceu a minha determinação. A intimidação não funcionará. E é por isso que me encontro hoje com o secretário-geral da NATO. Estamos unidos. A Europa e a NATO não só manterão a pressão sobre a Rússia, como a aumentarão. E não pararemos. Não até que a Rússia deixe de bombardear e matar crianças, homens e mulheres inocentes na Ucrân...

Von der Leyen: ataque em Leipzig atribuído à Rússia “marca nova escalada em solo da UE”

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O bloco europeu "não vai tolerar" ataques como os aconteceram em Leipzig, acrescentando que "a Europa e a NATO vão aumentar" a pressão sobre Moscovo, avisa a presidente da Comissão Europeia A tentativa de ataque de drone com explosivos no aeroporto de Leipzig, na Alemanha, atribuído à Rússia representa “uma nova escalada em solo da UE” e o bloco europeu “não vai tolerar” estas ameaças, acrescentando que “a Europa e a NATO vão aumentar” a pressão sobre Moscovo, avisa a presidente da Comissão Europeia. “ Quero deixar bem claro o que aconteceu . Foi um ataque com material de uso militar, realizado por agentes russos em solo da União Europeia. Não vamos tolerar isso. Manifestamos nossa total solidariedade à Alemanha ”, vincou Von der Leyen, esta quarta-feira durante uma conferência de imprensa conjunta com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte . A presidente da Comissão Europeia assinalou que o ataque em Leipzig “marca uma nova escalada em solo da UE, diretamente atrib...

Sanção em suspenso: como a UE se deparou com um obstáculo quanto à sua proibição dos serviços marítimos

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Não era suposto ser assim. Quando a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apresentou o esboço do 20.º pacote de sanções económicas contra a Rússia, colocou os serviços marítimos no centro da proposta. “ No domínio da energia, introduzimos uma proibição total de serviços marítimos para o petróleo bruto russo. Isso reduzirá ainda mais as receitas energéticas da Rússia e dificultará que encontre compradores para o seu petróleo ”, disse von der Leyen no início de fevereiro. Em Bruxelas, via-se ali a oportunidade, há muito aguardada, de concluir um dossiê inacabado. A UE tentou pela primeira vez proibir a prestação de serviços marítimos a navios-tanque russos em 2022, no âmbito da sua proibição de importações de petróleo bruto e produtos refinados russos. Se o bloco deixava de comprar petróleo russo, a lógica era que também deveria deixar de ajudar a Rússia a transportá-lo. Mas, numa altura de inflação e preços da energia em forte alta, a administração do antigo president...