“O livro que o Facebook não quer que ninguém leia” já chegou às livrarias nacionais
Sarah Wynn-Williams, antiga executiva da empresa, foi impedida de promover “Gente Pouco Recomendável”. A obra promete revelações chocantes sobre a direção da rede social Após o nascimento do seu segundo filho, Sarah Wynn-Williams, então diretora de Políticas Públicas Globais do Facebook, sofreu uma hemorragia quase fatal que a deixou em coma numa unidade de cuidados intensivos (UCI). Ainda durante o parto, terá sido pressionada a responder a emails urgentes da equipa , sob uma ética de trabalho brutal, que não tolerava pausas, mesmo em momentos de extrema vulnerabilidade física e emocional. Mais tarde, Joel Kaplan, na altura seu chefe direto, nomeado diretor de Relações Globais na Meta em janeiro de 2025, deu-lhe uma avaliação de desempenho negativa porque Wynn-Williams “não respondeu” aos seus emails nem mensagens de texto enquanto estava a morrer na UCI. Este episódio, particularmente revelador da cultura implacável do Facebook, é apenas uma das revelações chocantes feitas pela neoze...