Da pornografia às escolas: atuações polémicas de influencers motivam inquéritos do governo
Cerca de oitenta escolas receberam dois influenciadores que promovem pornografia e ideias de desprezo pelas mulheres. O ministério da Educação pediu explicações e as escolas prometem mais vigilância e controlo de acessos A SIC fez reportagem em duas das escolas envolvidas. Nenhuma adotou novas medidas para controlar a entrada de terceiros na escola, mas explicam que este foi um caso isolado. Em altura de campanha para as associações de estudantes das escolas é comum as listas convidarem artistas para angariar votos. O jornal Público revelou que, nos últimos dois anos, 80 escolas do país receberam dois influenciadores digitais que promovem conteúdos de cariz sexual ou misógino. Gonçalo Maya foi convidado por uma lista da Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras, e foi recebido em euforia, mas pouco durou, sendo o 'espetáculo' interrompido por uma funcionária, após o influencer tirar a camisola e usar linguagem imprópria. A primeira reação dos alunos não foi b...