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Morreu Kris Kopke, companheira de Armando Gama nos Sarabanda e revelação pop no início dos anos 80 portugueses

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  Assistente de Thilo Krassman na editora Movieplay, membro dos Sarabanda ao lado de Armando Gama, foi letrista e compositora para as Doce e para a cantora Dina. Cristiana (Kris) Kopke tentou encetar uma carreira pop no início dos anos 80, lançando um disco com algum sucesso na editora Polygram, mas prosseguiu a sua vida longe dos grandes palcos Morreu Kris Kopke, cantora e compositora revelada entre o final dos anos 70 e o início dos 80 no duo Sarabanda, ao lado de Armando Gama, com carreira nos anos 80 a solo e como compositora e letrista para outras vozes. Contava 73 anos e a notícia do óbito foi avançada pelo investigador João Carlos Callixto. Nascida em 1953 em Maputo (então Lourenço Marques) em Moçambique, Cristiana Kopke, de seu nome, viveu parte da juventude em Paris e em 1974 deu os primeiros passos na indústria musical como assistente de Thilo Krassman na editora Movieplay. Na viragem dos anos 70 para os 80 fez parte do duo Sarabanda, ao lado de Armando Gama, com quem...

Sarabanda - Até Que Enfim

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  https://arquivos.rtp.pt/conteudos/sarabanda/ Duo formado por Kris Kopke (ex-banda de Ruy Siquiera) e Armando Gama (ex-Tantra).

Cristiana Kopke, a quase estrela pop dos anos 80 em Portugal

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Assistente de Thilo Krassman e letrista para artistas como as Doce ou Dina, era uma voz promissora da pop em Portugal. Lançou um álbum em 1982 - e desapareceu. Esta é a história de Cristiana Kopke . Cristiana Kopke foi, em tempos, uma das cantoras mais promissoras do país. E foi mais: assistente de produção de Thilo Krassman, escreveu letras para artistas como as Doce ou Dina, teve um grupo com Armando Gama, lançou um inovador disco a solo e, sem avisar, desapareceu. Fugiu de um mundo pop sedento de hits mas desafortunado de estabilidade financeira, sempre em rutura com o presente e levou uma vida quase nómada. Tudo começa em Lourenço Marques . “O meu avô materno era Governador de Moçambique, na altura fui a primeira neta”, diz-nos em entrevista. O avô foi intransigente e insistiu que os pais de Cristiana tivessem a primeira filha em África: “‘Tudo para cá. Nasce aqui’. E eu nasci lá”. Ainda conheceu Portugal aos 4 anos: “Lembro-me da viagem de navio para cá, lembro-me de situações...