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A mutação genética salvadora

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A sobrevivência da espécie humana submete-se ao processo da seleção natural tal como qualquer outro organismo. E seleção natural significa uma variação genética num organismo ou num conjunto de organismos, e para o processo funcionar, esta variação tem de se tornar hereditária, transmitindo-se aos descendentes desses organismos, conferindo-lhes uma vantagem adaptativa sobre os outros organismos, que, em último caso, extinguir-se-ão. No presente meio ambiente político no Ocidente Livre, no qual um fenótipo danificado prevalece na liderança, a natureza trabalha sabiamente um novo genótipo nos governados para os proteger da baboseira decisória, como, por exemplo, servir-se da economia como arma de guerra. Daisy Taylor, por uma mutação alélica fortuita, – os alelos são as formas alternativas, gerados por mutações, de um mesmo gene –, que a dotou de pénis, eclode como mais apta a enfrentar estas novas casas do sol nascente, como os Governos nacionais, o Parlamento Europeu, a Comissão Eu...

Daisy Taylor

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Daisy Taylor no episódio “My Day with Daisy” (2020), do site de produção de produtos culturais, “Grooby Girls”.   Enredo: “Quem nunca pensou em passar o dia com Daisy? Acordar juntos, tomar o pequeno-almoço, conviver e comê-la como se o mundo fosse acabar.” Daisy Taylor , 1,78 m, 66 kg, 86-64-89, sapatos 37 ½, olhos e cabelos castanhos, nascida a 28 de maio de 1998 em Los Angeles. Daisy é uma mulher do futuro, porque lhe assoma uma mangueira capaz de saciar até o político profissional mais petrificado.

A mulher que veio do futuro

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Uma mulher com vagina ou um homem com pénis não é natural. O natural é cada um padronizado, por excesso, com aquele de predominância histórica garantida. Então, a sociedade igualitária florescerá em glória atirando a paridade de género para as tristes lembranças como as fisgas ou os soldadinhos de chumbo ou as Aqua Dots.