Nem só de bandidos se fez o Cais do Sodré. Com chefs, literatos e rock, as suas sete vidas deram em livro
‘Cais do Sodré – Das Tavernas de Marinheiros à Revolução Jamaica e Tokyo’ relata a história da zona nascida fora da muralha. A Time Out conversou com um dos autores Podia ser um gato fugidio, que não se deixa apanhar. Mas é um bairro que nasceu marginal, sobre o qual "já era altura de contar a história e de fazer uma reflexão", relata João Macdonald, um dos autores do livro Cais do Sodré – Das Tavernas de Marinheiros à Revolução Jamaica e Tokyo , lançado a 15 de janeiro pela Tinta da China. Além do registo, vindo de tardes na Biblioteca Nacional, entre muita imprensa local e imagens de arquivo e de agora, o livro "é uma forma de pensar Lisboa" nesta época de "hiperturistificação e especulação imobiliária", até porque o Sodré "é uma espécie de barómetro sobre o que se está a passar em toda a cidade", acredita o autor. Depois do adeus ao Tokyo, ao Jamaica, ao Europa e, mais recentemente, ao Lounge e ao Musicbox, como será a vida do Cais? O livro (...