Mulheres por catálogo, clientes futebolistas e tráfico sexual. Ministério Público acusa 12 pessoas no caso do Elefante Branco
A antiga boîte de Lisboa é o centro de um esquema milionário de exploração sexual, lenocínio e branqueamento de capitais. Entre os clientes habituais estavam empresários, agentes da autoridade e jogadores de futebol O Ministério Público deduziu acusação contra 12 pessoas no âmbito do processo que envolve o Elefante Branco, uma das mais conhecidas casas de noite da capital, situada na Rua do Conde Redondo, em Lisboa, e encerrado no ano passado. Em causa estão crimes de tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, lenocínio, branqueamento de capitais, associação criminosa e tráfico de estupefacientes. De acordo com a acusação do Ministério Público, citada pelo “ Correio da Manhã ”, o espaço de diversão noturna funcionava como palco de uma rede lucrativa de prostituição. As mulheres eram escolhidas através de autênticos “catálogos” por uma clientela diversificada que incluía empresários, polícias e jogadores de futebol, tanto nacionais como internacionais. As interceções telefónicas...