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Sócrates? "Faz-me confusão que o primeiro condenado seja o Estado"

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iCarly (2007–2012) - Jennette McCurdy, Miranda Cosgrove, Nathan Kress João Cotrim Figueiredo criticou a condenação do Estado português a indemnizar José Sócrates em 15 mil euros no âmbito da Operação Marquês, considerando "bizarro e preocupante" que o Estado seja condenado antes de o antigo primeiro-ministro ser julgado e condenado no processo João Cotrim Figueiredo lamentou, este domingo, que o Estado tenha sido condenado a pagar uma indemnização de 15 mil euros a José Sócrates antes de o primeiro-ministro ser condenado no processo Operação Marquês. Para o liberal, o caso é "bizarro e preocupante". " Faz-me a maior das confusões que, num processo tão longo e tão complicado como a Operação Marquês, o primeiro condenado seja o Estado português e não José Sócrates", afirmou João Cotrim Figueiredo no seu habitual espaço de comentário na SIC Notícias . O liberal sublinhou que, apesar de o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa ter condenado o Estado po...

Estado condenado e Sócrates indemnizado (em 15 mil euros)

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  O Estado português foi condenado a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates em 15 mil euros por violação do segredo de Justiça. Ordem dos Advogados considera decisão normal. "Violação do segredo de justiça não pode continuar sem consequências", defende o bastonário O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa condenou o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates em 15 mil euros por má administração da justiça no processo Operação Marquês. Segundo a sentença datada de sábado e citada pela agência Lusa, o antigo chefe de Governo tem de ser compensado pelos danos sofridos em virtude da " divulgação de informações sujeitas a segredo de justiça " por órgãos do Estado durante o inquérito. Apesar disso, o valor da indemnização é bastante abaixo dos 205 mil euros que pedia Sócrates. O Ministério Público (MP) ainda pode recorrer da decisão. O que está em causa? Em causa está o conhecimento por órgãos de comunicação socia...

Lei não interessa aqui. Ventura diz que Estado não deve pagar indemnização a José Sócrates

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Questionado sobre a violação do princípio de separação de poderes, André Ventura considerou que " há momentos" em que a justiça se deve sobrepor à lei . O presidente do Chega defendeu hoje que o Estado português não deve pagar qualquer indemnização a José Sócrates, mesmo que a tal seja condenado em última instância, assegurando que se for primeiro-ministro não o fará. André Ventura falava em conferência de imprensa na sede do partido, depois de uma reunião com os deputados do Chega da Comissão de Assuntos Constitucionais a propósito da decisão judicial de condenar o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates em 15 mil euros "por má administração da justiça no processo Operação Marquês". Na mesma ocasião, o presidente do Chega anunciou que o partido entregará dez diplomas que classificou como "um dos maiores, senão o maior pacote anticorrupção em Portugal" para que "não se repitam" casos como o que envolve o anti...

Ex-secretário de Estado de Sócrates revelou em tribunal que recebia 25 mil euros por mês por informações

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Perry Mason (1957-1966) – Meg Wyllie, Beulah Bondi José Conde Rodrigues integrou os dois governos de José Sócrates e teve uma prestação de serviços para a empresa de Carlos Santos Silva após sair da governação Um ex-secretário de Estado do antigo primeiro-ministro José Sócrates disse esta terça-feira, em tribunal que conheceu Carlos Santos Silva após sair do governo e que recebeu 25 mil euros por mês por informações transmitidas verbalmente e recolhidas em fontes abertas . A propósito do julgamento do processo Operação Marquês, José Conde Rodrigues foi chamado a testemunhar no tribunal de Lisboa, uma vez que ocupou os cargos de secretário de Estado Adjunto e da Justiça entre 2005 e 2009 e de secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna entre 2009 e 2011 - governos liderados por José Sócrates -, tendo depois assinado contratos com o arguido Carlos Santos Silva, ligado ao grupo Lena e considerado pela acusação do Ministério Público um dos testas-de-ferro de Sócrates entre 200...

Sociedades fantasma e petróleo angolano. Inspetor explica como Salgado tentou dar "uma roupagem" ao dinheiro que terá chegado a Sócrates

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Perry Mason (1957-1966) – Kelly Thordsen Com Sócrates já sem advogado escolhido por si, a sessão da tarde desta terça-feira debruçou-se novamente sobre o caminho do dinheiro entre o Grupo Espírito Santo e os milhões nas contas de Carlos Santos Silva que viriam a ser disponibilizados ao antigo primeiro-ministro - e que a acusação diz terem sido fruto de luvas por benefícios dados a, entre outros, Ricardo Salgado, enquanto era chefe do governo. Manuel Silva, um dos inspetores tributários responsáveis por desvendar o circuito obscuro de empresas e offshores do BES , voltou ao tribunal para explicar em detalhe como a operação montada por Salgado quis dar “uma roupagem” através de sociedades que, na prática, não existiam. Um dos casos mais evidentes, contou em tribunal, aconteceu em 2007, quando o Grupo Espírito Santo assinou um suposto contrato entre uma sociedade chamada Markwell, propriedade de Hélder Bataglia - ex-líder do BES Angola e tido como um dos intermediários de José Sócrates -...

"Acabou a brincadeira!": juíza repreende advogado de Sócrates e faz participação à Ordem

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  Perry Mason (1957-1966) – Dabbs Greer A mãe de José Sócrates não compareceu esta quinta-feira ao julgamento da Operação Marquês, onde seria ouvida como testemunha. Foi entregue um atestado médico a justificar a ausência, mas o documento não foi aceite pelas juízas do Campus da Justiça, uma vez que foi apresentado por Pedro Delille, advogado do ex-primeiro-ministro Pela primeira vez desde o início do julgamento da Operação Marquês, a juíza Susana Seca levantou o tom de voz para repreender o advogado de José Sócrates. Em causa está o facto de Pedro Delille ter presumido que a sessão iria começar mais tarde do que o agendado e ter chegado atrasado ao julgamento, tendo José Sócrates sido representado, durante cerca de meia hora, por uma advogada oficiosa na audiência. Para as 09:30 desta quarta-feira estava marcada a inquirição, enquanto testemunha, da mãe do antigo primeiro-ministro, que não compareceu, depois de, na quarta-feira à tarde, Pedro Delille ter apresentado um ate...

Sei o que não fizeste em 2006

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  Perry Mason (1957-1966) – Anne Benton, Hayden Rorke A Justiça manca e lerda é o que convém a políticos corruptos ou carreiristas. A inoperância mantém-se porque é o que dá jeito a estas castas Em 2006, com pompa e circunstância, o eng.º José Sócrates (JS) e o dr. Marques Mendes (MM) saudaram as reuniões realizadas ao longo de cinco meses que desaguaram num documento que MM considerou “histórico” e JS aplaudiu, desafiando outras forças partidárias a apoiarem o novo “Acordo Político-Parlamentar para a Reforma da Justiça”. Eis que, finalmente, chegava o “pacto de regime” o “acordo dos partidos do arco da governação” que comprometia o “Centrão” a empreender as alterações estruturais de médio prazo num dos pilares da Democracia. A também informalmente chamada de "lei Casa Pia" ou "código Casa Pia" era a grande esperança. Helás ! Os dois (então) grandes partidos estavam unidos num desígnio nacional. Só que não. Não apenas se prometia e não cumpria o Eldorado da Ju...

Comprou 14 mil euros em livros de Sócrates, agora volta a ser juiz

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Vera O regresso de José Conde Rodrigues à atividade que exerceu durante menos de dois anos, antes de integrar os governos do PS, foi apreciado numa reunião do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais a 17 de janeiro José Conde Rodrigues foi presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, secretário de Estado na Cultura, na Justiça e na Administração Interna e juiz, mas os seus verdadeiros 15 minutos de fama devem-se a ter sido acusado pelo Ministério Público de ter despendido 13 657 mil euros na compra de 729 publicações – livros, jornais e revistas –, pagas através de cartões de crédito que lhe tinham sido atribuídos pelo Estado . Foi condenado em primeira instância a quatro anos de pena suspensa e a pagar seis mil euros (75 dias de multa à taxa diária de 80 euros) e a indemnizar o Estado em 13 650 euros, mas foi absolvido quando o caso chegou ao Tribunal da Relação de Lisboa. Por falta de provas, que a biblioteca em causa nunca apareceu . Acrescente-se que na origem do c...

Nobel da Economia foi coautor de artigo sobre Portugal que irritou Teixeira dos Santos e chegou aos tribunais

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Will & Grace - Sean Hayes, Demi Moore Simon Johnson, um dos galardoados com o Nobel da Economia, tem histórico com Portugal. Em 2010 foi coautor de um artigo sobre a dívida portuguesa que provocou a ira de Teixeira dos Santos “ O Próximo Problema Global: Portugal ”. Foi a 15 de abril de 2010 que no blogue Economix , do The New York Times , Simon Johnson, antigo economista-chefe do FMI e esta segunda-feira um dos laureados com o prémio Nobel da Economia, assinava em parceria com Peter Boone, investigador da London School of Economics, um artigo que iria causa polémica durante anos, chegando até aos tribunais. O post, ilustrado com uma foto do então primeiro-ministro José Sócrates, provocou a ira do ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos , que disse no mesmo dia que “ num mundo de expressão livre também se podem escrever disparates sem fundamentação sólida, reveladores de ignorância ”. Na base da reação do ministro estava a comparação de Portugal com a Grécia . O...

Elétricos aceleram em Mangualde

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Portugal tem uma boa história de amor com o carro elétrico protagonizada por um electric lover perdido de amores. Sócrates: Portugal precisa de “mais fábricas, mais produção, mais emprego” No lançamento da primeira pedra da fábrica de baterias para carros de elétricos da Nissan, que decorreu hoje em Cacia, Aveiro, José Sócrates – que subiu aos comandos de uma retroescavadora para dar início à obra – afirmou que este é um momento “muito especial” para Portugal. “É disto que o país precisa: mais fábricas, mas produção, mais emprego, na fronteira tecnológica”, sublinhou. Segundo o primeiro-ministro, “Portugal está orgulhoso por ter estado na linha da frente daqueles que, em 2008, depois do último choque petrolífero, ter feito todo o possível para se tornar um país atraente para investimento de qualidade na mobilidade elétrica”. “Hoje damos um passo muito significativo para que Portugal tenha um cluster industrial da mobilidade elétrica”, avançou. Sócrates recordou aquela que ...