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França emite ordem de expulsão para a propagandista pró-russa Xenia Fedorova

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A propagandista pró-Rússia Xenia Fedorova foi alvo de uma ordem de expulsão em França, anunciou esta quarta-feira o Ministério francês do Interior, confirmando uma informação do jornal Libération A antiga dirigente da RT France , canal financiado pelo Kremlin, é há algum tempo a principal figura pró-Rússia nos meios de comunicação do controverso multimilionário francês Vincent Boloré. Intervém nomeadamente no canal CNews . “O seu comportamento atenta contra os interesses fundamentais do Estado” e a sua presença no território “constitui, por este motivo, uma ameaça particularmente grave e atual para a ordem pública”, lê-se no documento consultado pelo Libération . “ Ao difundir as suas narrativas , [Xenia Fedorova] funciona como um braço das campanhas de desinformação conduzidas pelas autoridades russas”, com o objetivo “de desestabilizar a ordem pública” em França. “Contribui para a propagação de um discurso de desinformação e desestabilização”, prossegue a ordem, “que visa manipular ...

Politico recusou publicar artigo de Lavrov sobre UE e Ucrânia. O que diz?

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  iCarly (2007–2012) - Jennette McCurdy, Miranda Cosgrove, Nathan Kress O Politico Europe terá recusado, à última hora, publicar um artigo de opinião do ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov. No texto, posteriormente divulgado por Moscovo, o chefe da diplomacia russa faz duras críticas à União Europeia, à NATO e ao Ocidente O Politico-Europe , a edição europeia do site de notícias POLITICO, terá recusado publicar um artigo de opinião do ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, numa decisão de "última hora". O texto, posteriormente partilhado por Moscovo, contém várias críticas à União Europeia (UE). "Este artigo de Sergey Lavrov estava inicialmente previsto ser publicado no jornal Politico-Europe , sediado em Bruxelas, mas, devido a uma decisão de última hora da equipa editorial, a publicação foi cancelada", indicou o ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, no seu site, esta sexta-feira. No documento, Lavrov consi...

A Rússia está a perder na Ucrânia. Xi já se apercebeu disso e Trump também o devia fazer

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Durante as conversações da semana passada com o presidente Donald Trump, em Pequim, o presidente chinês, Xi Jinping, terá comentado que Vladimir Putin poderá um dia vir a arrepender-se de ter invadido a Ucrânia. As novas tendências no campo de batalha sugerem que tem razão. E isso oferece uma nova oportunidade para a diplomacia norte-americana de pôr fim à guerra, mas com uma abordagem diferente daquela que tentou anteriormente. As tendências favorecem agora a Ucrânia Putin esperava que 2026 fosse o ano em que as suas forças, apoiadas pela vantagem em termos de efetivos rompessem as linhas da frente e tomassem as regiões disputadas no leste da Ucrânia. Mas isso não aconteceu. Até agora, foi a Ucrânia, e não a Rússia, que obteve ganhos territoriais líquidos este ano, além de infligir perdas massivas às forças invasoras russas. As estimativas ocidentais apontam agora para que as baixas russas se situem em níveis que se aproximam ou ultrapassam os 30 000 a 40 000 mortos e f...

Rússia emite mandado de captura contra ex-ministro da Defesa britânico

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O ministério do Interior da Rússia emitiu hoje um mandado de captura contra o ex-ministro da Defesa do Reino Unido Ben Wallace por um processo penal não especificado. A agência espanhola EFE relatou que Wallace apareceu hoje na base de dados do ministério do Interior, que não especificou o motivo para a emissão da ordem, embora a imprensa russa indique que se deve muito provavelmente à sua posição em relação à guerra na Ucrânia. “É procurado ao abrigo de um artigo do Código Penal”, indicou o ministério, referiu a agência russa TASS, acrescentando, citando fontes de segurança, que o motivo pode ser um caso de terrorismo. De acordo com a imprensa russa, o antigo ministro da Defesa britânico, que exerceu o cargo entre 2019 e 2023, apelou no ano passado ao lançamento de ataques contra a península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014. O Kremlin, que hoje voltou a pedir à Ucrânia que retire as suas tropas de todos os territórios ucranianos anexados por Moscovo, classificou esses c...

A CIA concluiu que a Ucrânia não tinha como alvo a residência de Putin num ataque com um drone

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As conclusões da CIA contradizem as afirmações de Moscovo. Kiev considera a alegação um pretexto para intensificar a guerra e obstruir as negociações de paz A Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) concluiu que a Ucrânia não teve como alvo o presidente russo, Vladimir Putin, nem uma das suas residências num recente ataque com um drone, segundo relatos dos meios de comunicação norte-americanos. Vários órgãos de comunicação social, incluindo o The Wall Street Journal , bem como as estações PBS e CNN, citaram responsáveis ​​do governo norte-americano não identificados nas suas reportagens publicadas na noite de quarta-feira, contradizendo as graves acusações feitas por Moscovo no início da semana. Inicialmente, o presidente norte-americano, Donald Trump, também criticou a Ucrânia pelo alegado ataque após uma conversa com Putin. Kiev negou veementemente ter atacado uma das residências de Putin, afirmando que se tratava de um pretexto russo para continuar a guerra contra a Uc...

Estudo conclui que vitória russa na Ucrânia custaria o dobro à Europa

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Perry Mason (1957-1966) – Jeanette Nolan A decisão que as capitais europeias tomarem nos próximos meses não se joga apenas em tanques, drones e sistemas de defesa aérea, mas em biliões de euros, fronteiras internas sob pressão e margem de manobra para o Kremlin testar a NATO. Um novo exercício de risco traça dois caminhos para a guerra na Ucrânia e calcula que o cenário em que Moscovo impõe os termos da paz pode sair quase duas vezes mais caro à Europa do que financiar, em larga escala, a capacidade de resistência de Kiev Um estudo publicado a 25 de novembro pela consultora Corisk e pelo Instituto Norueguês de Assuntos Internacionais parte de uma pergunta simples — quanto custa a guerra, dependendo de quem tem a vantagem? — e responde com contas pesadas para o lado europeu. Os autores desenham dois cenários militares e económicos para o conflito, tendo como pano de fundo a pressão de Washington para um plano de paz que poderá ser desfavorável à Ucrânia, e concluem que, qualquer que sej...

Trump define condição para se encontrar com Putin

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Perry Mason (1957-1966) – Britt Lomond, Lori March A cimeira de Budapeste ainda pode ocorrer? Se a Rússia assegura que ainda há preparativos a ocorrer, o presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, tem-se mantido reticente sobre a possibilidade de se reunir com o homólogo russo, Vladimir Putin. Este sábado, respondendo a perguntas dos jornalistas a bordo do Air Force One, o chefe de Estado norte-americano definiu a condição para o encontro aconteça : que Vladimir Putin esteja “disposto a fazer um acordo”. “Não quero perder tempo”, sublinhou Donald Trump. “Mantive sempre uma boa relação com Vladimir Putin, mas isto tem sido muito desapontante”, frisou Donald Trump. “ Eu pensava [a guerra] ficasse resolvida antes do Médio Oriente ”, lamentou o presidente norte-americano. Donald Trump voltou a lembrar todos os conflitos que diz ter ajudado a terminar desde que regressou à Casa Branca. E deixou um desabafo: “ Em quase todos os acordos de paz que fiz… Achava que iam ser m...

A Ucrânia lançou um inferno para a Rússia entrar em crise. Para já está a resultar

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Perry Mason (1957-1966) – Lucy Prentis Cansada de esperar por ajuda dos aliados, a Ucrânia decidiu avançar com os seus próprios meios para atingir a Rússia onde dói mais. Os efeitos, esses, já se vão notando Mais alto, mais longe e mais profundo. A Ucrânia está a intensificar os ataques contra as infraestruturas energéticas, procurando atingir por si os alvos que há muito quer que o Ocidente ataque, ainda que com outras armas. Enquanto Estados Unidos e União Europeia vão dizendo que é preciso atacar a indústria petrolífera russa economicamente, a Ucrânia vai fazendo o mesmo, mas com armas. O objetivo é o mesmo, a maneira de lá chegar é que é diferente. Em vez de esperar pelas discussões nos escritórios de Washington ou de Bruxelas, Kiev decidiu avançar de forma decisiva, utilizando autênticos enxames de drones para atingir a Rússia naquele que é o seu verdadeiro motor de guerra. Os ataques mais a sério começaram em agosto, com refinarias de petróleo a serem atacadas um pouco por todo o...

Poderão a UE e a NATO impor tarifas à Índia e à China, como Trump deseja?

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Perry Mason (1957-1966) – Paula Raymond Num esforço para pôr fim à guerra da Rússia na Ucrânia, o presidente dos EUA propõe tarifas contra os principais parceiros comerciais de Vladimir Putin O presidente norte-americano, Donald Trump, apelou à NATO e aos Estados-membros da UE para imporem tarifas até 100% à China e à Índia para obrigar o presidente russo, Vladimir Putin, a pôr fim à guerra na Ucrânia. Trump, que anteriormente tinha prometido pôr fim ao conflito no "primeiro dia" da sua presidência, fez a sua exigência durante uma reunião entre responsáveis ​​dos Estados Unidos e da União Europeia na passada terça-feira. A medida é vista como uma forma de tentar acelerar um acordo de paz entre Moscovo e Kiev. O pedido de Trump a Bruxelas, inicialmente noticiado pelo jornal Financial Times , surge na sequência de declarações do secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, que afirmou que Washington estava a preparar restrições económicas mais apertadas à Rússia, mas ...

Bruxelas não vai aplicar tarifas de 100% à China como Trump deseja

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  Perry Mason (1957-1966) – William Hopper Donald Trump lançou um desafio : quer que os países europeus imponham tarifas de 50% a 100% sobre a China como parte de uma estratégia conjunta para contrariar a invasão da Ucrânia pela Rússia. O pedido, que já tinha sido divulgado pela imprensa, tornou-se política oficial dos Estados Unidos quando o presidente o tornou público numa publicação nas redes sociais durante o fim de semana. Numa "carta", como lhe chamou, Trump argumentou que as tarifas punitivas sobre a China, juntamente com o fim imediato de todas as compras de petróleo russo, seriam uma "grande ajuda" para acabar com "esta guerra mortal, mas ridícula". " A China tem um forte controlo, e até mesmo um domínio, sobre a Rússia e estas poderosas tarifas vão quebrar esse domínio ," escreveu. O momento do pedido chamou a atenção: surgiu numa altura de crescente esforço de coordenação entre os dois lados do Atlântico para intensificar a p...