General sérvio condenado por genocídio confessa apoio a massacre em Srebrenica, mas vítimas encaram confissões como oportunistas
The Brokenwood Mysteries – Brigit Kelly Algumas associações que representam as vítimas do massacre na região nos Balcãs desconfiam que o general sérvio— um dos primeiros condenados da guerra e um dos únicos oficiais sérvios a admitir a existência de um genocídio — queira apenas sair umas décadas mais cedo da prisão Um general sérvio oriundo da Bósnia, que foi condenado em 2001 pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) pelo seu papel no massacre de Srebrenica de 1995 , confessou ao tribunal de Haia que foi responsável por “ajudar e encorajar o genocídio” e por cometer “um crime inimaginável e imperdoável”. Numa carta enviada ao presidente de um mecanismo residual do TPI, Radislav Krstić , o antigo general de 76 anos que liderou um ataque ao enclave muçulmano de Srebrenica, garantiu que não procura “perdão nem justificação”. Depois de 26 anos atrás de grades em várias prisões da Europa , o ex-militar defende agora as resoluções das Nações Unidas sobre o conflito nos Balcãs, bem como ...