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A mostrar mensagens com a etiqueta internacional situacionista

Guy Debord

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Vandalizada exposição sobre comunidade LGBTQIA+ em Évora

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Uma exposição que propunha uma reflexão sobre o ódio em torno da comunidade LGBTQIA+ , em Évora, foi esta quinta-feira vandalizada por três homens, que se colocaram em fuga, revelaram fontes da organização, da câmara e da polícia. A mostra integrava o programa da 1.ª Évora Pride , que está a decorrer, até domingo, na cidade alentejana, organizada em parceria pela Sociedade Harmonia Eborense, Núcleo Feminista de Évora e Associação Évora Queer . Em declarações à agência Lusa, Rolando Galhardas, da Comissão Organizadora da Évora Pride, indicou que três homens entraram na Igreja de São Vicente, propriedade do município e onde se encontrava exposta a mostra, e vandalizaram os trabalhos. "Fizeram ainda refém o funcionário da câmara que se encontrava no local. Foi agredido verbalmente , coagido e ameaçado", referiu. Também em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da Câmara de Évora, Alexandre Varela, condenou o que considerou a "tentativa de sobreposição, domina...

Raoul Vaneigem - A arte de viver para a geração nova

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René Viénet - Enragés et situacionistes dans le mouvement des occupations

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Líder não passa fome

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“Ao período pré-histórico da coleta sucede o período da caça durante o qual os clãs são formados e se esforçam para aumentar as suas hipóteses de sobrevivência. A mesma época vê a constituição e delimitação de reservas e de terrenos de caça explorados em benefício do grupo e donde os estrangeiros ficam excluídos, proibição ainda mais absoluta por que nela repousa a salvação de todo o clã. De tal maneira que a liberdade obtida graças a uma instalação mais confortável no ambiente natural e ao mesmo tempo por uma proteção mais efetiva contra seus rigores, essa liberdade engendra a sua negação fora dos limites fixados pelo clã e obriga o grupo a moderar a sua atividade lícita organizando relações com grupos excluídos e ameaçadores. Desde o seu aparecimento, a sobrevivência económica socialmente constituída pressupõe a existência de limites, de restrições, de direitos conflitantes. Deve ser lembrado como repetimos o ABC, até ao presente o devir histórico nunca deixou de se definir e de nos ...

Cara de líder

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“«Todo o ato», escreve Mircéa Éliade, «é capaz de se tornar um ato religioso. A existência humana realiza-se, simultaneamente, em dois planos paralelos, o do temporal, do devir, da ilusão e o da eternidade, da substância, da realidade». No século XIX, a prova é feita, pelo divórcio brutal dos dois planos, que foi preferível para o poder de manter a realidade num banho de transcendência divina. E temos de fazer ao reformismo esta justiça: onde Bonaparte falhou, ele conseguiu afogar o futuro na eternidade e o real na ilusão; a união não vale pelos sacramentos do casamento religioso, mas ela perdura, é o máximo que exigem dela os gestores da coexistência e da paz social. É também o que nos compromete a nos definirmo-nos – na perspetiva ilusória de ilusória da duração, à qual ninguém escapa – como o fim da temporalidade abstrata, o fim do tempo reificado dos nossos atos. Deveríamos traduzir: definir-nos no polo positivo da alienação como o fim da alienação social, como o fim da etapa da hu...