Jovem morto a tiro por invadir casa de Trump estaria "obcecado" pelos ficheiros de Epstein
O
Serviço Secreto norte-americano revelou que Austin Martin carregava uma
espingarda e gás lacrimogéneo quando tentava entrar na mansão de Donald Trump,
na Flórida. O jovem de 21 anos, apoiante do presidente
norte-americano, acabou por ser abatido no local
O jovem morto a tiro depois de tentar entrar na mansão de
Donald Trump, na Flórida, era um apoiante do presidente norte-americano e
estava “obcecado” pelos ficheiros de Epstein.
O incidente aconteceu no domingo, quando o Austin Tucker
Martin circulava dentro do perímetro de segurança da residência do presidente
norte-americano, em Mar-a-Lago, munido com uma espingarda e gás lacrimogéneo,
avança o jornal The Independent.
Jovem “obcecado” pelos arquivos de Epstein
Os alarmes soaram quando a família de Austin comunicou o seu
desaparecimento durante o fim-de-semana, ainda sem imaginar o desfecho.
Acabaram por ficar em choque quando souberam que o jovem morrera na sequência
de uma tentativa de invasão à residência de Donald Trump, na Flórida, depois de
ter apontado uma arma aos agentes da polícia, que não
hesitaram em disparar.
Natural da Carolina do Norte, o jovem vinha de uma família de "apoiantes fervorosos de Trump",
descreveu o primo Braeden Fields, em declarações à Associated Press
(AP). Braeden disse ainda que Austin não sabia usar uma arma e era incapaz de
"fazer mal a uma formiga".
Também os colegas do clube de golf descreveram-no como um
rapaz tranquilo, que considerava o presidente
norte-americano um "líder forte", apesar de não estar
filiado a qualquer partido político, segundo documentos obtidos pela The
News & Observer.
Suspeita-se, no entanto, que Austin terá ficado muito
incomodado com as informações presentes nos milhões de documentos relacionados
com o caso Epstein e com a possibilidade de o governo encobrir os crimes,
deixando figuras poderosas "saírem impunes".
"Não sei se leste sobre os Arquivos Epstein, mas o mal
é real e inegável", escreveu Austin Martin numa mensagem para um colega de
trabalho no dia 15 de fevereiro, cuja cópia foi obtida pelo TMZ.
O dia em que Austin entrou em Mar-a-Lago e acabou morto pela
polícia
Depois de sair de casa, na Carolina do Norte, Austin Tucker
Martin terá rumado à Flórida, com o objetivo de entrar na conhecida mansão de
Donald Trump. Pelo caminho, terá comprado uma espingarda, revelou Anthony
Guglielmi, porta-voz do Serviços Secreto.
Já dentro do perímetro de segurança da residência, o jovem
foi intercetado pelas autoridades, entre eles agentes do Serviços Secreto e da
polícia de Palm Beach, por volta das 01:30 horas de domingo. A Austin foi
pedido que largasse a arma, mas sem sucesso, relatou Ric Bradshaw, xerife de
Palm Beach. O jovem terá levantado a espingarda para a posição de tiro,
imediatamente depois de ter lançado o gás lacrimogéneo, num gesto que deixou a polícia sem alternativas.
“Naquele momento, o polícia e os dois agentes do Serviços Secreto
dispararam as armas”, disse o xerife.
Austin acabou por ser abatido no local. O Departamento
Federal de Investigação (FBI) está a investigar o caso, mas ainda não revelou o
que poderá ter motivado o ataque.
Embora Trump costume passar os fins de semana em Mar-a-Lago,
o presidente estava na Casa Branca, em Washington, durante o incidente,
juntamente com a primeira-dama, Melania Trump.
Fonte: SIC Notícias, 24 de fevereiro de 2026
Todo este mastodôntico bruaá em torno dos Ficheiros só prova uma coisa: Epstein foi, sem dúvida, “suicidado”. O que não sabemos — e hipoteticamente nunca saberemos — é se por mão própria ou por mãos alheias, mãos americanos ou em outsourcing. Com um cardápio destes para degustar, custa acreditar que um homem se mate quando poderia passar os dias na cela a rebolar-se de riso.

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