Se Putin atacar Bálticos, haverá ataques profundos à Rússia
Perry Mason
(1957-1966) – Victor Maddern, Jerry Oddo
Ministro
dos Negócios Estrangeiros da Estónia avisou que — se Putin decidir atacar os
três países Bálticos — a NATO vai atacar alvos "muito longínquos e
profundos dentro da Rússia”
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, Margus
Tsahkna, deixou um aviso ao líder russo,
Vladimir Putin: caso as forças russas decidam atacar os territórios dos três
países Bálticos (Estónia, Letónia e Lituânia), a NATO vai reagir com força.
“Vamos levar a guerra para a Rússia e vamos ter ataques bastante profundos e
muito longínquos dentro da Rússia”, disse Margus Tsahkna, numa entrevista ao
jornal britânico Telegraph publicada esta segunda-feira. O líder da
diplomacia da Estónia realçou que a NATO “sabe bem o que fazer” caso haja um
ataque contra os países Bálticos.
Para aumentar a capacidade de dissuasão e para evitar o pior
dos cenários, o chefe da diplomacia da Estónia referiu que o país “está a
aumentar os investimentos e a desenvolver as capacidades” na área da Defesa. “É
por isso que estamos a investir 5% do PIB
em Defesa na nossa região.”
O chefe da diplomacia da Estónia assinalou que “não havia
mais nenhum plano” a não ser reforçar a Defesa do país. “Não podemos deixar a
Rússia entrar nos Estados Bálticos e só depois retaliar”, frisou.
Em 2026, os serviços de
informações da Estónia consideram que a Rússia não tem intenções de atacar
nenhum país da NATO. Contudo, as secretas estónias destacam que o
país “permanece perigoso, apesar da sua incompetência”: “A vigilância é
necessária para prevenir a expansão do ‘mundo russo’”.
Fonte: Observador, 16 de fevereiro de 2026

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