Donald Trump realiza reunião de gabinete na Casa Branca, 26 de março de 2026
Ok. Olá. Estão todos prontos? Muita, muita comunicação
social, como sempre. Assim, obrigado aos incríveis membros do meu gabinete.
Estão a fazer um trabalho fenomenal. Praticamente todos concordam com isto,
incluindo o nosso mais novo membro, o secretário da Segurança Interna, Mark
Wayne Mullen. Obrigado, Mark.
E todos o conhecemos muito bem. E foi um senador muito
popular, um senador muito eficaz. Eficaz sendo provavelmente a palavra mais
importante, JD, não acha?
JD Vance
Sim, senhor.
Donald Trump
E, uh, desejamos-lhe muita sorte.
Markwayne Mullin
Obrigado.
Donald Trump
Acho que se sairá fantasticamente bem. Parabéns. Tem uma
família incrível que esteve aqui ontem no Salão Oval para tomar posse. A
família dele é incrível. Então, muito obrigado.
Estamos agora no 41.º dia da vergonhosa paralisação do
departamento de Markwayne pelos democratas. Parabéns. Entrou num departamento
que está fechado, fechado pelos democratas radicais, certo?
Mas os democratas estão realmente a punir o povo americano.
Vi isto hoje num programa onde estavam a entrevistar pessoas no aeroporto, e
todas estavam zangadas com os democratas. Elas estão a dizer – na verdade,
estão zangadas com o Schumer. Não pensava que alguém soubesse o nome dele. Uma
mulher disse que Schumer é uma vergonha, uma desgraça para o nosso país.
Mas estão zangadas com os democratas. Elas sabem o que está
a acontecer. Mas estão a punir o povo americano, incluindo os viajantes nos
aeroportos, tudo na busca de regressar às fronteiras abertas e dar amnistia aos
criminosos imigrantes ilegais. Querem dar amnistia a alguns dos criminosos que
entraram no nosso país, praticamente a todos eles, aliás, se analisarem. Adoram
cidades-santuário, que são santuários para criminosos.
Querem garantir que eles são cuidados. É sobre isso que
estamos a lutar. É exatamente contra isso que lutam -- Não falam sobre isso,
mas é contra isso que lutam. Querem proteger criminosos. Em muitos casos – 11 888
assassinatos. Muitos deles, devo dizer, já foram eliminados por nossa causa.
Expulsámo-los, mas ainda restam alguns.
Isto nunca deveria ter acontecido, nunca deveria ter sido
permitido que entrassem no nosso país. Mas não vamos deixar que aconteça. Não
vamos deixar que os democratas se safem com isto, e as pessoas estão atentas a
eles. Portanto, precisam de terminar a paralisação imediatamente ou teremos de
tomar medidas drásticas.
Esta manhã, quero dar-vos uma atualização sobre a Operação
Fúria Épica, que é um nome apropriado porque estamos absolutamente a
aniquilá-los. Nas últimas três semanas, temos atingido as capacidades militares
do Irão a um nível que poucas pessoas já viram antes. As pessoas nunca souberam
que existia tal capacidade.
Temos as forças armadas mais fortes do mundo, de longe.
Construí-o durante o meu primeiro mandato e usei-o durante o meu segundo
mandato, infelizmente, porque preferia não ter de o usar. Mas é uma
demonstração de força, precisão e habilidade como nada que o mundo tenha
realmente testemunhado, embora vocês também tenham tido um bom exemplo disso na
Venezuela.
Aquilo foi uma versão mais pequena do que estamos a fazer
agora. Estamos a destruir os seus stocks de mísseis e drones, a destruir a sua
base industrial de defesa. Acabámos completamente com a sua Marinha, a sua
Força Aérea. Acabámos com uma grande percentagem dos seus mísseis e lançadores
de mísseis. Sem os lançadores, não podem... os mísseis não servem para nada.
E eliminámos provavelmente perto de 90% dos lançadores,
provavelmente mais de 90% dos próprios mísseis, entre alguns que dispararam e
mais do que dispararam, eliminámos. Também destruímos muitas fábricas.
Continuamos a fazê-lo, mas muitas das fábricas onde fabricam os drones e os
mísseis.
Os drones também diminuíram bastante. Mas a razão pela qual
diminuíram é que eles... partem numa direção e não voltam porque, na maioria
das vezes, estamos a abatê-los. Mas também conseguimos... nós... causámos danos
enormes aos locais onde os fabricam. E só para que fique claro, porque tenho
acompanhado as notícias falsas do Wall Street Journal e todas estas
histórias que são publicadas, do género, "Ah, eu quero fazer um
acordo".
Eles estão a implorar para fazer um acordo, não eu. Estão a
implorar para fazer um acordo e qualquer pessoa que visse o que estava a
acontecer lá entenderia porque é que querem fazer um acordo. Mas dizem:
"Ah, não estamos a falar com..." Qualquer pessoa saberia que são...
apenas um completo idiota... e não são idiotas. São muito inteligentes, na
verdade, de certa forma, e são ótimos negociadores.
Eu digo que são péssimos lutadores, mas são grandes
negociadores. Ah, e estão a implorar para chegar a um acordo. Não sei se vamos
conseguir. Não sei se estamos dispostos a isso. Já o deveriam ter feito há
quatro semanas. Deveriam tê-lo feito há dois anos, ou deveriam tê-lo feito
quando assumimos o cargo.
Porque há dois anos, tinham carta branca sob o governo de
Biden, o Joe Sonolento, o pior presidente da história do nosso país, o que ele
permitiu que acontecesse ao nosso país nas fronteiras e até a uma coisa destas.
Mas não só ele, todos os presidentes durante 47 anos, todos os presidentes
deveriam ter feito isso, deveriam ter feito isso há muito tempo, porque não se pode dar uma arma nuclear a lunáticos,
e eles teriam uma grande.
Isso parou, de facto, quando fizemos o B-2. Mas mesmo antes
disso, Barack Hussein Obama, o que fez, quando lhes deu o acordo nuclear com o
Irão, deu-lhes livre arbítrio em relação a uma arma nuclear. Basicamente, escolheu o Irão em vez de Israel e outros que não queriam que ele o fizesse. Mas
eu rescindi esse acordo. Se eu não o tivesse rescindido, vocês já teriam uma
arma nuclear há anos e teria sido utilizada, com certeza.
E uma das razões pelas quais sabem dessa certeza é porque os
seus vizinhos eram como espectadores. Não estavam muito envolvidos. Não
escolheram lados opostos. Não quiseram, porque as pessoas estavam preocupadas
com o Irão. Havia uma grande nuvem negra sobre o Médio Oriente. Eles estavam
preocupados.
Mas, de repente, a guerra começa e eles começam a disparar
sobre estes cinco países em particular. Começam a disparar sobre o Qatar,
Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã. Começam a disparar sobre
eles e todos ficaram chocados, incluindo nós. Sabem porquê? Porque são doentes
e tinham um plano para dominar o Médio Oriente.
E alguns dos mísseis que foram disparados contra eles já
estavam preperados muito antes de iniciarmos este processo. Estavam prontos
para serem carregados e apontados para esses países. Eles queriam dominar o
Médio Oriente, mas nós aparecemos, por isso não foi assim tão fácil. Portanto,
agora, a sua Marinha está afundada, na maior eliminação de uma marinha
estrangeira que já ocorreu, talvez, mas certamente desde a Segunda Guerra
Mundial. A sua Força Aérea também foi destruída. As suas capacidades antiaéreas
e de comunicação estão totalmente desmanteladas. E um dos problemas que enfrentam
ao lidar connosco é que lidamos com pessoas, e essas pessoas não conseguem
comunicar com ninguém, porque toda a sua liderança desapareceu. O primeiro
escalão tinha desaparecido, e eles reuniram-se para escolher um novo escalão, e
também eles desapareceram.
Todos desapareceram porque não fizeram um acordo e porque
são pessoas doentes, realmente doentes. São
pessoas realmente sinistras e doentes. E se alguém acha que era
aceitável que um grupo de pessoas como este tivesse capacidade nuclear, armas
nucleares, e que se não tivéssemos atacado com os bombardeiros B-2, eles teriam
uma arma nuclear dentro de duas semanas, talvez quatro semanas, mas entre duas
e quatro semanas, estavam a planear ter uma arma nuclear se não os atingíssemos
naquele momento com os bombardeiros B-2.
E um dos maiores ataques aéreos da história, talvez o maior
— noite escura, sem lua, sem luz, cada bomba atingiu o alvo e simplesmente
obliterou aquele lugar. Então, agora está enterrado profundamente sob a terra.
E foi uma coisa incrível, mas eles teriam armas nucleares — e tê-las-iam usado
sem hesitação.
E sabem disso porque, afinal,
por que razão atacaram todos esses países que nem sequer estavam realmente
envolvidos com eles? Eles não estavam envolvidos. Não tinham grandes problemas
— porque estão doentes, porque queriam dominar o Médio Oriente, não apenas
Israel. Certamente, Israel teria sido o primeiro da lista deles; teriam usado
armas nucleares, uma nuclear, não precisam de muitas delas, mas teriam usado
uma arma nuclear em Israel e tê-la-iam usado nos seus outros vizinhos e depois
teriam vindo atrás de nós e se tivéssemos um presidente fraco, teriam causado
grandes danos, mas felizmente não têm um presidente fraco. Eu sabia o que
estava a acontecer e acho que provámos que estávamos certos.
Sabem, levaram um míssil que percorreu 4000 quilómetros.
Supostamente, não tinham um míssil assim. Não tinham nenhum míssil com essa
capacidade. Mas atingiram
a agora famosa Irlanda, ilha, a ilha que o Reino Unido tinha muito medo de nos
entregar porque não se queria envolver. Mas também não nos queremos
envolver nas guerras deles.
Uma coisa que nos desilude muito — e vou dizê-lo
publicamente — é a NATO, porque a NATO não fez absolutamente nada. E eu sempre
disse, há 25 anos, que não era político, mas sempre estive envolvido na
política e compreendia-a. Eu disse há 25 anos que a NATO era um tigre de papel,
mas, mais importante, que nós viríamos em seu socorro, mas eles nunca viriam em
nosso.
E quero que se lembrem de que dissemos isto, e eles não
vieram em nosso socorro. Agora, todos querem ajudar quando forem aniquilados,
quando o outro lado for aniquilado. Disseram que adorariam enviar navios.
Chegaram mesmo a declarar, ou melhor, alguns deles, que queriam envolver-se
quando a guerra terminasse. Não, o correto seria envolver-se no início da
guerra ou até mesmo antes de esta começar.
O Reino Unido disse-nos que iria enviar – isto foi há três
semanas – os porta-aviões, que, aliás, não são os melhores porta-aviões. São
brinquedos comparados com os nossos. Mas enviariam o porta-aviões quando a
guerra terminasse. Eu disse: "Oh, que bom, muito obrigado, não se
preocupem, não precisamos disso". E nós não precisamos disso e não
precisamos deles.
Estimamos que demoraríamos quatro a seis semanas a cumprir a
nossa missão, e estamos muito à frente do cronograma. Se repararem no que
fizemos em termos de destruição daquele país, quero dizer, estamos muito à
frente. Pensem bem, não têm Marinha e tinham bons navios. 154 navios foram
abatidos e repousam tranquilamente no fundo do mar.
E fizemo-lo em menos de uma semana, porque temos o maior
exército do mundo, de longe, ninguém se aproxima. Assim, estimámos que
demoraríamos aproximadamente quatro a seis semanas para cumprir a nossa missão.
Vinte e seis dias depois, estamos extremamente... realmente muito à frente do
cronograma. O regime iraniano admite agora para
si próprio que foi derrotado de forma decisiva.
Estão a dizer para as pessoas: isto é um desastre. Eles
sabem disso, é por isso que estão a falar connosco. Eles só... não falariam
connosco de outra forma, mas estão a falar connosco porque têm um desastre em
mãos. Eles foram derrotados. Eles não podem recuperar. Temos liberdade para
circular pelas suas cidades e vilas e destruir todas as suas armas nucleares,
mísseis e drones loucos que estão a construir, e é isso que estamos a fazer.
Têm agora a hipótese de fazer um acordo, mas isso depende
deles e dirão que não estão a negociar. Não vamos negociar. É claro que estão a
negociar, foram aniquilados. Quem não negociaria? Estão a implorar por um
acordo. Vamos ver se conseguimos fazer um bom negócio. E se fizerem um bom
acordo, o Estreito de Ormuz será aberto. E mesmo agora não sabemos se há minas.
Sabe, eles têm 22 lançadores de minas. Pensem bem, quem
teria 22 lançadores de minas? Existe um barco que lança minas. Quem tem 22
lançadores de minas? Exceto pessoas com intenções muito maléficas. Depois, cada
um destes lançadores de minas foi atingido com a mesma arma que utilizámos para
impedir a entrada de droga nos Estados Unidos da América.
Quando atingimos estes barcos, é exatamente a mesma arma,
extremamente eficaz. Temos fornecimentos ilimitados e extremamente eficazes.
Mas já não têm lançadores de minas. Aliás, por falar em drogas, reduzimos em
98% a entrada de drogas por via marítima, pelo oceano, pelo mar, 98%. E estamos
a tentar descobrir quem são os restantes 2%, porque achamos que são os homens
mais corajosos do mundo, talvez mulheres, mas quem quer que esteja nesses
barcos é muito corajoso ou não vê televisão. Mas a entrada de droga por via
marítima, por via aquática, diminuiu 98%.
E agora vamos impedir a entrada de droga por terra. A terra
é a parte fácil, tínhamos de impedir a água. Grande parte entrava pela água,
agora está tudo bloqueado e estas pessoas estão a tentar entrar por terra. E
vamos conseguir – essa é a parte fácil. Mas tínhamos de cuidar da água
primeiro. Ninguém está a entrar. Praticamente já nada está a entrar.
Eram centenas de milhões de dólares por semana que entravam
por via marítima. Mas agora têm a hipótese, nomeadamente o Irão, de abandonar
definitivamente as suas ambições nucleares e traçar um novo caminho para o
futuro. Veremos se querem fazer isso. Se não quiserem, somos o pior pesadelo
deles. Entretanto, continuaremos a derrotá-los sem impedimentos, sem sermos
interrompidos, e não há nada que possam fazer quanto a isso. Não podem fazer
nada a respeito, percebem?
Digo-lhes, se pudessem, estariam a ouvir falar disso,
estariam a ouvir falar disso. Não ouvem nada a respeito. Não conseguem abater
os nossos jatos. Temos o melhor, temos o melhor equipamento militar do mundo,
nem se compara. Vejam o que aconteceu à Venezuela. Tinham outros equipamentos,
não tinham os nossos, não funcionou, não funcionou.
Pensem nisto, nós fizemos uma... a
situação na Venezuela foi uma grande operação militar para capturar um homem
muito, muito perigoso que matou muita gente e obrigou as pessoas a entrar no
nosso país. Incrível. Esvaziou as suas prisões na Venezuela e
transferiu a população prisional para o nosso país. E espero que essa acusação
seja formalizada em algum momento, porque essa foi uma acusação grave que ainda
não foi feita.
Deveria ser feita. Transferiu a população prisional para o
nosso país e era um dos principais fornecedores de drogas que entravam no nosso
país. E agora foi capturado e, imagino, terá um julgamento justo. Mas imagino
que haverá outros julgamentos, porque o processaram apenas por uma fração das
coisas que fez.
Outros casos serão apresentados, como provavelmente sabem.
Entretanto, com o Irão, vamos continuar a fazer o que temos feito. E ninguém
está à altura dos Estados Unidos, mas eles não estão à altura dos Estados
Unidos. É uma brincadeira de crianças. É por isso que estou tão desiludido com
a NATO, porque isto era um teste para a NATO.
Isto foi um teste. Vocês vão ajudar-nos? Não precisam. Mas
se não o fizerem, nós vamos lembrar-nos, apenas lembrem-se. Lembrem-se disto
daqui a uns meses, lembrem-se das minhas declarações. Têm uma expressão, uma expressão
excelente: nunca esquecer. Nunca podemos esquecer. Por isso, enquanto acabamos
com as ameaças aos Estados Unidos no estrangeiro, estamos focados aqui em casa
em construir a maior economia da história do mundo.
Ora, antes de isto começar, o Dow Jones chegou aos 50 000
pontos. O S&P 500 chegou aos 7000. Ambas as metas eram inatingíveis. Cada
um de vós, ou a maioria, penso eu, disse que nunca chegaríamos aos 50 000
pontos num período de quatro anos porque era um número muito elevado. Bem,
chegámos lá no nosso primeiro ano. E eu disse,
bem, agora temos de fazer uma excursão ao Irão e temos de deter este maníaco que já não está
entre nós, o líder supremo não era assim tão supremo, já não está entre nós, é
muito triste.
Mas temos de o impedir de rebentar com o mundo, rebentar com
o Médio Oriente e rebentar com o nosso país. E conseguimos. E pensei – francamente, pensei que os preços do petróleo
iriam subir mais e que o mercado bolsista iria cair mais, mas não foi nem de
perto nem de longe tão severo como eu pensava.
Penso que têm confiança talvez no presidente americano e
talvez nas pessoas sentadas à volta desta mesa. Mas os americanos que
declararam os seus impostos este ano estão a receber reembolsos recorde. Tem
sido uma grande notícia. Bem, deveria ser uma grande notícia. Acho que não
escrevem muito sobre isso, mas eu falo sobre isso. Sabem, eu falo sobre isso.
Porque se eu falo sobre isso, pelo menos as pessoas ouvem.
Não escrevem sobre isso. Não escrevem sobre a queda dos
preços dos medicamentos. Vai diminuir 30, 40, 50, 60 por cento, 70 por cento.
Nações Favorecidas, denominadas Nações Mais Favorecidas. Vamos pagar o preço
mais baixo do mundo. Antes, pagávamos o preço mais alto do mundo, Bobby, certo?
E agora vamos pagar o preço mais baixo do mundo.
É uma diferença considerável. É uma diferença de 40 para 70,
80 e até 90 por cento. É uma diferença bastante grande. Mas estamos a reduzir
drasticamente as regulamentações e o investimento está a chegar de todo o
mundo. Recebemos o maior investimento de qualquer país na história, no último
ano.
E, mais uma vez, tivemos de
fazer um pequeno desvio, que não vai demorar muito, vai terminar em breve.
Tivemos de fazer um pequeno desvio, ir ao Irão, e tivemos de apagar um
incêndio, um incêndio muito perigoso que poderia ter destruído grandes partes
do mundo, se não o mundo inteiro. Amanhã anunciaremos uma série de
ações que estamos a tomar para apoiar os agricultores americanos, das quais
nunca nos esquecemos.
Nós amamos os agricultores. Demos-lhes 12 mil milhões de
dólares provenientes de tarifas aduaneiras. Recebemos uma enorme quantidade de
dinheiro das tarifas e continuamos a receber. Como sabem, o Supremo Tribunal
deu-nos uma decisão muito infeliz e insensata, uma decisão que devolve parte do
dinheiro àqueles que exploraram o nosso país durante muitos anos.
Mas acontece. Foi um erro terrível, horrível, horrível que
cometeram, mas tudo bem, porque temos outro método tão bom quanto. Usaremos o
outro método. Mas, como o dinheiro das tarifas foi tão substancial, demos aos
nossos agricultores, que foram maltratados por alguns países, 12 mil milhões de
dólares, e eles estão extremamente felizes.
E eles merecem. Têm sido ótimos. Nunca se queixam.
Simplesmente vão lá e cultivam, e não fariam nada de diferente. Não trocariam
de emprego com nenhum de vós, exceto talvez com alguns órgãos de comunicação
social falsos, não sei. De alguma forma, não vejo isso. Gosto... aliás, gosto
mais do trabalho deles. Eu adoro os agricultores.
Assim, demos-lhes 12 mil milhões de dólares. Daqui a pouco,
o secretário do Tesouro, Scott Bessent, irá discutir as medidas que tomámos
para lidar com os preços da energia, que não subiram tanto como eu pensava,
Scott, para ser honesto consigo. E, sabe, ainda não acabou, por isso talvez
suba um pouco mais. Mas provavelmente tudo voltará ao patamar em que estava
antes.
E as minhas previsões estavam
certas. Trump tinha razão sobre tudo. Eles têm um novo boné, Trump
tinha razão sobre tudo. Está bem certo. Mas, o Scott vai abordar isso e penso
que, antes de avançarmos, quero pedir ao vice-presidente JD Vance que diga
algumas palavras sobre a situação atual.
Está envolvido com Steve e Jared nas negociações. E depois
alguns outros falarão. O Marco dirá algumas palavras. Pete Hegseth, que nasceu
para este papel. Quer dizer, ele está a fazer um ótimo trabalho. Fizeram-lhe a
vida difícil e agora as pessoas, vou dizer-te, alguém veio falar comigo ontem,
criticou-te muito, dizendo: “Sabes, cometi um erro, o Pete Hegseth está a fazer
um bom trabalho.”
Pete Hegseth
Obrigado, senhor.
Donald Trump
Por isso, quando eu disser quem é, nem vais acreditar. Ele
disse: Hegseth... ele tratou-te de forma tão desagradável e dura. Mas estás a
ir... estás a ir muito bem. E depois Steve vai falar, e Scott falará por
último. E se tivermos alguma dúvida, podemos fazer perguntas. Certo? Vocês
podem ter perguntas.
Duvido, mas podem ter algumas. Por isso, JD, por favor.


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