Enfermeira assassina vivia com a nova namorada em Jacarta

Mariana Fonseca apaixonou-se por responsável do café onde servia à mesas. Pais ajudavam com dinheiro

Instalada em Jacarta após fugir de Portugal para não cumprir a pena de 23 anos a que foi condenada por matar e esquartejar Diogo Gonçalves, Mariana Fonseca voltou a apaixonar-se na Indonésia. Ela que na altura do crime namorava com Maria Malveiro, que teve um papel ativo no homicídio de Diogo – acabou por suicidar-se na cadeia após ter sido condenada à pena máxima. Mariana Fonseca apaixonou-se por uma das responsáveis do café onde trabalhava esporadicamente, a servir às mesas ou em limpezas, em Jacarta. Mariana não tinha qualquer contrato de trabalho, apesar de ter o visto, e o que recebia não era suficiente para estar a viver sozinha na Indonésia. A homicida, atualmente com 29 anos, vivia em casa da nova namorada, que suportava todas as despesas. A esta ajuda acrescia o dinheiro que os pais lhe faziam chegar. Os contactos com a família eram recorrentes, o que deixou rasto e levou à detenção de Mariana – a jovem que outrora já foi enfermeira já chegou a Portugal e cumpre pena na cadeia de Tires, tal como o CM revelou no sábado.

Fonte: Correio da Manhã, 22 de março de 2026

Enfermeira condenada por homicídio no Algarve e que foi apanhada na Indonésia já está a cumprir pena em Tires

Mariana Fonseca, condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio de Diogo Gonçalves em coautoria, foi localizada e detida em Jacarta

A enfermeira condenada a 23 anos de prisão por homicídio, que esteve em fuga às autoridades portuguesas durante vários meses e foi localizada e detida na Indonésia, já deu entrada no Estabelecimento Prisional de Tires, onde começou a cumprir pena.

A CNN Portugal sabe que Mariana Fonseca chegou ao estabelecimento prisional na noite de quinta-feira, pelas 21:00, tendo sido transportada pela Polícia Judiciária (PJ) após a sua deportação para Portugal, já que a mulher se encontrava em situação ilegal no país asiático.

À chegada, a reclusa foi encaminhada para a chamada "casa de admissão", uma área destinada a acolher novos reclusos. Permanecerá neste espaço durante um período de cerca de 14 dias, considerado essencial para a adaptação ao meio prisional.

Mariana Guerreiro Fonseca, então com 24 anos, foi condenada pela morte de Diogo Gonçalves, no Algarve, em 2020, em coautoria com Maria Malveiro.

Esteve em fuga vários meses. O Tribunal de Portimão tinha-a absolvido do crime, mas a Relação de Évora condenou-a à pena máxima de 25 anos. O Supremo viria a confirmar a decisão anterior, mas reduziu a pena para 23 anos.

Fonte: CNN Portugal, 20 de março de 2026

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