Rubio condena histórico de raptos do Irão

 

“A nossa notificação – ouçam, deixem-me explicar-vos isto em inglês simples, ok? O Irão é governado por lunáticos – lunáticos fanáticos religiosos. Eles têm a ambição de possuir armas nucleares. Pretendem desenvolver essas armas nucleares por trás de um programa de mísseis, drones e terrorismo, para que o mundo não os possa tocar por medo dessas coisas. E este é o momento em que eles estão mais fracos do que nunca.  Agora era a hora de ir atrás deles. O presidente tomou a decisão de ir atrás deles, tirar os seus mísseis, tirar a sua marinha, tirar os seus drones, tirar a sua capacidade de fabricar essas coisas, para que nunca possam ter uma arma nuclear. É por isso que o presidente tomou essa decisão. Foi a decisão certa, e o mundo será um lugar mais seguro quando esses clérigos radicais não tiverem mais acesso a essas armas.”

Marco Rubio, 3 de março de 2026

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, condenou o Irão como "o pior infrator do mundo em raptos" ao elogiar o progresso da operação militar norte-americana contra o país.

Num discurso durante uma receção em comemoração do Dia Mundial dos Reféns e Detidos Injustamente, Rubio afirmou que "quando se trata de raptos, não houve pior infrator no mundo do que o regime clerical".

Rubio prestou homenagem a Robert Levinson, um antigo agente do FBI que desapareceu no Irão há 19 anos e que se pensa ter morrido sob custódia iraniana. Sucessivas administrações americanas tentaram localizá-lo e trazê-lo de volta para casa, sem sucesso.

Rubio não mencionou os outros americanos atualmente detidos no Irão, incluindo Reza Valizadeh e Kamran Hekmati, ambos alegadamente presos na notória Prisão de Evin. Os defensores dos direitos humanos manifestaram preocupação com o seu bem-estar enquanto a guerra continua.

"Não vamos parar até que cada americano detido injustamente seja trazido para casa", disse Rubio.

O principal diplomata norte-americano elogiou a ofensiva militar norte-americana contra o Irão, considerando-a “uma operação extraordinária”.

“Os militares estão a cumprir a missão, e a cada dia que passa, este regime no Irão tem menos mísseis, menos lançadores. As suas fábricas operam menos, a sua Marinha está a ser dizimada, e o mundo será um lugar mais seguro e melhor quando esta missão estiver concluída”, disse.

Também ofereceu pensamentos, orações e condolências aos sete militares norte-americanos que morreram na guerra.

Fonte: CNN Portugal, 9 de março de 2026

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Eva Vlaardingerbroek

Tomás Taveira: as cólicas de um arquiteto