Quando os homens são homens
“Não, os políticos não me encurralam, nem os políticos nem os reguladores, eu não não eu não eu eu eu, a única coisa que me poderia encurralar era a minha consciência. (…).
E, agora, passados dois meses depois da posse, eu saía? Isso era uma
traição aos associados, era ceder aos interesses. Quem perdeu as eleições, quer
ganhar na secretária e tem muitos agentes, e comigo não contam por isso.
Eu lutarei com todas as minhas convicções, com toda a minha força, e é
muita, tomem nota que é muita, quem me vai ouvir, podem tomar nota que a minha
convicção e a minha força é muita. Porque, quando os homens são homens, têm
convicções fortes, não se deixam encostar à parede, escolhem a espada.”
Tomás Correia
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