Taxa de deteção proativa de discurso de ódio no Facebook sobe para 95%
As melhorias na tecnologia permitiram ao Facebook aumentar a
taxa de deteção proativa de discurso de ódio na rede social em seis pontos
percentuais no segundo trimestre, face aos três meses anteriores, para 95%,
anunciou esta terça-feira a tecnológica
Esta informação consta da sexta edição do Relatório de
Aplicação dos Padrões da Comunidade, hoje divulgada, a primeira atualização
trimestral, detalhando as métricas sobre como aplicou as políticas e padrões de
comunidade entre abril e junho de 2020.
Apesar do impacto da covid-19, as melhorias na tecnologia
permitiram ao Facebook atuar em mais conteúdo em algumas áreas e aumentar a
taxa de deteção proativa em outras", refere a rede social, em comunicado.
“A taxa de deteção proativa de discurso de ódio no Facebook
aumentou seis pontos, de 89% para 95%” no segundo trimestre, adianta.
“Por sua vez, a quantidade de conteúdo intercetado aumentou
de 9,6 milhões no primeiro trimestre para 22,5 milhões no segundo trimestre”,
acrescenta, referindo que o Facebook “expandiu parte da sua tecnologia de
automação para espanhol, árabe e indonésio e fez melhorias na tecnologia de
deteção de inglês no primeiro trimestre”.
No período entre abril e junho, “as melhorias nos recursos
de automação ajudaram o Facebook a agir em mais conteúdo em inglês, espanhol e
birmanês”.
No Instagram, “a taxa de deteção proativa de discurso de
ódio aumentou 39 pontos, de 45% para 84%, e a quantidade de conteúdo em que o
Facebook atuou aumentou de 808.900 no primeiro trimestre de 2020 para 3,3
milhões no segundo trimestre”.
De acordo com a empresa, “esses aumentos foram impulsionados
pela expansão das tecnologias de deteção proativa em inglês e espanhol”.
Além disso, “outra área onde foram detetadas grandes
melhorias devido à tecnologia do Facebook foi no conteúdo de terrorismo”,
aponta.
“A quantidade de conteúdo sobre o qual o Facebook atuou
aumentou de 6,3 milhões no primeiro trimestre para 8,7 milhões no segundo
trimestre de 2020”.
A isto deveu-se as “melhorias na tecnologia e ao regresso de
alguns revisores ao trabalho”, tendo havido também melhorias na quantidade de
conteúdo sobre o qual o Facebook agiu em relação ao ódio organizado no
Instagram, e ‘bullying’ e assédio no Facebook e Instagram", salienta.
Fonte: tvi24

Comentários
Enviar um comentário