Olaf Scholz apela a empresas privadas que invistam na reconstrução da Ucrânia
Alfred
Hitchcock Presents / Maria - Norman Lloyd, Kreg Martin, Merry Anders
O Chanceler alemão Olaf Scholz apelou às empresas privadas para investirem na reconstrução da Ucrânia.
Num discurso que inaugurou a conferência da reconstrução do país invadido pela
Rússia, em Berlim, Sholz afirmou ainda que a Alemanha está a enviar mais
sistemas de defesa aérea, mísseis e munições para reforçar as defesas de Kiev.
Scholz citou também estimativas do Banco Mundial, segundo as
quais a Ucrânia poderá necessitar de 500 mil milhões de dólares ao longo de uma
década. O chanceler afirmou também que é necessário apresentar às empresas uma
justificação comercial para investirem, destacando o potencial da Ucrânia em setores como as
energias renováveis e os produtos farmacêuticos.
Fonte: CNN Portugal, 11 de junho de 2024
Informações económicas despachadas por funcionários da política não são as mais fiáveis. Ou nada fiáveis. Quem acredita, arrisca-se a perder muito dinheiro.
Com o Banco Espírito Santo falido, ainda a vender papéis sem valor aos incautos que apareciam ao balcão, prolongou essas vendas, enganando mais alguns, graças aos dizeres de Cavaco Silva, um político que tirara um curso de Economia.
“O Banco de Portugal tem sido perentório, categórico, a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo, dado que as folgas de capital, são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa, e eu, de acordo com a informação que tenho do próprio Banco de Portugal, considero que a atuação do banco e do governador, tem sido muito, muito correta.” Cavaco Silva, na Coreia do Sul, 21 de julho de 2014
Apesar de as suas palavras sugerirem que o BES está de boa saúde financeira, os clientes podem comprar à vontade os seus produtos, quando, finalmente, sai a notícia da falência, Cavaco Silva sacudirá a água do casaco negando que alguma vez avalizou ou recomendou a compra de produtos financeiros do BES.
«É mentira», disse ele duas vezes, sobre o facto de se ter ou não referido ao banco de Ricardo Salgado em julho numa viagem. «Na Coreia do Sul não fiz nenhuma declaração sobre o BES, fiz três afirmações sobre o Banco de Portugal», defendeu-se Cavaco Silva, notando que é o único político que «tudo o que diz» é depois colocado no site da Presidência [30/01/2015].

Comentários
Enviar um comentário