Olaf Scholz apela a empresas privadas que invistam na reconstrução da Ucrânia

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O Chanceler alemão Olaf Scholz apelou às empresas privadas para investirem na reconstrução da Ucrânia. Num discurso que inaugurou a conferência da reconstrução do país invadido pela Rússia, em Berlim, Sholz afirmou ainda que a Alemanha está a enviar mais sistemas de defesa aérea, mísseis e munições para reforçar as defesas de Kiev.

Scholz citou também estimativas do Banco Mundial, segundo as quais a Ucrânia poderá necessitar de 500 mil milhões de dólares ao longo de uma década. O chanceler afirmou também que é necessário apresentar às empresas uma justificação comercial para investirem, destacando o potencial da Ucrânia em setores como as energias renováveis e os produtos farmacêuticos.

Fonte: CNN Portugal, 11 de junho de 2024

Informações económicas despachadas por funcionários da política não são as mais fiáveis. Ou nada fiáveis. Quem acredita, arrisca-se a perder muito dinheiro.

Com o Banco Espírito Santo falido, ainda a vender papéis sem valor aos incautos que apareciam ao balcão, prolongou essas vendas, enganando mais alguns, graças aos dizeres de Cavaco Silva, um político que tirara um curso de Economia.  

O Banco de Portugal tem sido perentório, categórico, a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo, dado que as folgas de capital, são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa, e eu, de acordo com a informação que tenho do próprio Banco de Portugal, considero que a atuação do banco e do governador, tem sido muito, muito correta.” Cavaco Silva, na Coreia do Sul, 21 de julho de 2014

Apesar de as suas palavras sugerirem que o BES está de boa saúde financeira, os clientes podem comprar à vontade os seus produtos, quando, finalmente, sai a notícia da falência, Cavaco Silva sacudirá a água do casaco negando que alguma vez avalizou ou recomendou a compra de produtos financeiros do BES.

«É mentira», disse ele duas vezes, sobre o facto de se ter ou não referido ao banco de Ricardo Salgado em julho numa viagem. «Na Coreia do Sul não fiz nenhuma declaração sobre o BES, fiz três afirmações sobre o Banco de Portugal», defendeu-se Cavaco Silva, notando que é o único político que «tudo o que diz» é depois colocado no site da Presidência [30/01/2015].

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