Quando deixar de jogar, Cristiano Ronaldo não será treinador nem presidente: “Vejo-me mais como dono de clube e tenho alguns em mente”
A Really
Haunted Loud House – Sophia Woodward
O
português confessou os planos que tem em mente para quando terminar a carreira,
comentando ainda o atual momento do Manchester United: “O problema do
Manchester United não é o treinador. É muito mais que isso. É toda a
estrutura”, disse o madeirense, que defendeu que a liga saudita é “melhor que a
francesa”, porque na Ligue 1 “só há o PSG” e “mais nada”
Cristiano Ronaldo afirmou que tem a ambição, no futuro, de
ser dono de um clube e defendeu a necessidade de alterar os métodos de treino
devido ao aumento do número de jogos.
“Sobre a quantidade de jogos, com alguns jogadores a
chegarem aos 70 por temporada, acho que sobretudo é preciso começar a treinar
de forma inteligente. Entendo quando os jogadores se queixam. Mas,
sinceramente, é preciso começar a treinar menos e recuperar mais. Não há
necessidade de correr quatro ou cinco quilómetros num treino, quando se vai
fazer isso num jogo”, afirmou Cristiano Ronaldo.
O capitão da seleção portuguesa falava durante a cerimónia
da 15.ª edição dos Globe Soccer Awards, a decorrer no Dubai. Com 39 anos, e a
pouco mais de um mês de completar 40 (5 de fevereiro de 2025), Ronaldo voltou a
referir que não pensa em ‘pendurar as botas’, mas assumiu que tem um objetivo
quando isso acontecer.
“Treinador não vou ser. Presidente de um clube penso que
também não. Vejo-me mais como dono de clube e tenho alguns em mente”, disse o
jogador do Al-Nassr.
Questionado sobre a chegada do compatriota Ruben Amorim ao
comando técnico do Manchester United, seu antigo clube, Ronaldo voltou a deixar
críticas aos red devils.
“O problema do Manchester United não é o treinador. É muito
mais que isso. É toda a estrutura. Se um dia for dono do clube, eu tratarei
disso. Sei exatamente o que fazer”, brincou.
O avançado formado no Sporting destacou o desenvolvimento da
liga saudita, em que atua, e foi perentório em dizer que, neste momento, é
superior a muitos campeonatos europeus, incluindo, por exemplo, o francês.
“A liga saudita é melhor que a liga francesa. Não tenho
problemas em dizer isso. Eu sei o que digo. Não me interessa o que os outros
pensam. Em França, só há o Paris Saint-Germain. Mais nada. Os outros clubes
competem, mas não fazem nada”, concluiu.
Fonte: Tribuna, 27 de dezembro de 2024

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