Militar da GNR que caiu do cavalo durante cortejo de Eça de Queiroz para o Panteão está "em avaliação médica"
Joe... cercati un posto per morire! (1968) – Jeffrey Hunter,
Daniela Giordano
O
militar foi socorrido no local, numa primeira instância, e o cortejo continuou
o seu caminho até ao Panteão Nacional
Em resposta ao SAPO24, a Guarda Nacional Republicana (GNR)
adianta que "o militar envolvido foi avaliado e transportado para unidade
hospitalar, onde se encontra em avaliação médica".
"O cavalo foi
prontamente transportado para a Unidade de Segurança e Honras de Estado (USHE) através da carrinha de transporte de solípedes, que acompanha a escolta
em todas as circunstâncias", é ainda explicado.
"De referir ainda que os
solípedes estão equipados com ferraduras de borracha, no entanto as
condições atmosféricas condicionam este tipo de missão", acrescenta a GNR.
A cerimónia de trasladação dos restos mortais do escritor
Eça de Queiroz começou hoje numa manhã chuvosa minutos antes das 09h00 na
Assembleia da República, de onde seguiu, por volta das 09h35, em direção ao
Panteão Nacional.
Os restos mortais do escritor português foram retirados de
um veículo por militares da Guarda Nacional Republicana ao som de uma marcha fúnebre interpretada pela banda da
GNR até junto da escadaria
principal do parlamento.
Já com a urna em frente ao parlamento ouviu-se o hino
nacional pela banda da GNR ao mesmo tempo que os restos mortais do autor
português foram colocada na essa que lhe estava destinada e ficou voltada para
a escadaria principal.
Depois de ouvido o hino nacional, a urna de Eça foi colocada
no breque fúnebre que se dirigiu para a rua de São Bento, e daí seguiu em
direção ao Panteão Nacional de Santa Engrácia num cortejo constituído, além da
carruagem fúnebre da GNR que transportou a urna, pela viatura da
secretária-geral da AR, dos familiares de Eça de Queiroz e da guarda, a
charanga e o esquadrão a cavalo da GNR.
Fonte: Sapo 24, 8 de janeiro de 2025






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