Pensamentos suicidas, autoestima mais baixa e distanciamento da realidade é conclusão de estudo em relação ao uso de telemóveis em jovens
Perry Mason
(1957-1966) – Connie Hines
Pensamentos
suicidas, autoestima mais baixa e distanciamento da realidade são as conclusões
de um estudo que relaciona a saúde mental em jovens e o uso do telemóvel
De acordo com o estudo do Journal of Human Development
and Capabilities, as crianças, especialmente
do século (sic) feminino, que tiveram acesso a smartphones com menos
de 13 anos de idade revelaram ser mais propensas a ter pensamentos suicidas.
Segundo os dados agora anunciados, coligidos e estudados
pela associação sem fins lucrativos Sapien Labs, quase uma em cada dez entrevistadas das jovens mulheres foram diagnosticadas
“com dificuldades” em saúde mental, valores acima dos rapazes, que
reportaram 7%. Percentagens que o estudo diz serem equivalentes e comuns em
várias partes do mundo.
Para chegar a estas conclusões, a equipa definiu uma
pontuação geral de saúde mental com base em 47 funções sociais, emocionais,
cognitivas e físicas. Na análise de resultados, concluíram que as pontuações de
saúde mental pioravam junto das crianças que tiveram acesso a smartphones mais
cedo.
A autora do estudo, a neurocientista e matemática Tara
Thiagarajan, defende, com base nos resultados a que chegou, que os smartphones - a par dos cortes nas redes sociais -
devem ser restritos a menores de 13 anos e regulamentados pelas autoridades
governamentais tal como já
acontece com o álcool e tabaco pelas autoridades governamentais.
Fonte: Sapo 24, 28 de julho de 2025

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