Trump ordena início de testes de armas nucleares dos EUA
The Hunting
Party (2025) - Colleen Foy, Jeremy Jones
No
domingo, o presidente russo congratulou-se com o sucesso do teste final do
míssil de cruzeiro de propulsão nuclear Bourevestnik, com "alcance
ilimitado" e capaz de neutralizar, segundo Putin, praticamente todos os
sistemas de interceção
O presidente norte-americano, Donald Trump, ordenou ao
Departamento de Guerra que "comece a testar" as armas nucleares dos
Estados Unidos, antes de um encontro, esta quinta-feira, com o homólogo chinês,
Xi Jinping.
O anúncio, que faz referência direta à Rússia e à China,
surge depois de o presidente russo, Vladimir Putin, ter ordenado um teste com
um drone submarino com capacidade nuclear.
"Devido aos programas de testes realizados por outros
países, solicitei ao Departamento de Guerra que comece a testar as nossas armas
nucleares em pé de igualdade. Este processo terá início imediato",
declarou o presidente norte-americano, na rede social que detém, a Truth
Social.
"Os Estados Unidos
possuem mais armas nucleares do que qualquer outro país",
escreveu o republicano.
"Atendendo ao tremendo
poder destrutivo, DETESTO fazer isto, mas não tenho alternativa! A Rússia ocupa o segundo lugar e a China ocupa um
terceiro lugar muito distante, mas estará ao mesmo nível em cinco anos",
acrescentou Trump.
No domingo, o presidente russo congratulou-se com o sucesso
do teste final do míssil de cruzeiro de propulsão nuclear Bourevestnik, com
"alcance ilimitado" e capaz de neutralizar, segundo Putin,
praticamente todos os sistemas de interceção.
"Isso é inadequado", reagiu Trump, apelando a
Vladimir Putin para que, em vez disso, "ponha fim à guerra na
Ucrânia". O líder russo não reagiu à crítica.
"Ontem [terça-feira}, realizámos mais um teste com
outro sistema promissor: um drone submarino Poseidon", declarou Vladimir
Putin, durante uma visita a um hospital militar, transmitida na quarta-feira
pela televisão pública russa.
Segundo Moscovo, o drone Poseidon é movido a energia nuclear
e também pode transportar cargas atómicas.
"Nenhum outro aparelho no mundo se compara a este em
termos de velocidade e profundidade" em que opera, garantiu o líder do
Kremlin, afirmando que "não há forma de o intercetar".





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