Concerto do maestro israelita Lahav Shani interrompido na Filarmónica de Paris
Perry Mason
(1957-1966) – Torin Thatcher, DeForest Kelley, Melora Conway, Diana Millay,
Bryan Grant
Ativistas pró-palestinianos lançaram bombas de fumo nas
bancadas da Filarmónica de Paris e perturbaram o concerto da orquestra do
maestro israelita Lahav Shani.
A Filarmónica lamenta três interrupções e
"confrontos", quando os espectadores entraram em confronto com os desordeiros, que foram depois retirados.
A Filarmónica de Paris "condena firmemente estes graves
incidentes", considera que "nada pode
justificar tais ações" e anunciou que irá apresentar uma
queixa.
O incidente de quinta-feira à noite segue-se às críticas da
CGT Spectacle, a Federação Nacional dos Sindicatos do Entretenimento, Cinema,
Audiovisual e Ação Cultural em França.
A 29 de outubro, a seção do sindicato que representa os
trabalhadores do setor pediu que o concerto da Orquestra Filarmónica de Israel
em Paris fosse contextualizado. Segundo a CGT, a Filarmónica de Paris tinha o
dever de recordar ao seu público "as acusações gravíssimas" feitas
contra "os dirigentes" de Israel.
A ministra francesa da Cultura
Em setembro passado, o Festival de Gante, no oeste da
Bélgica, já tinha cancelado um concerto que Lahav Shani iria dirigir com a
Orquestra Filarmónica de Munique.
Segundo Lahav Shani, a direção do festival exigiu que ele
fizesse uma "declaração política, apesar do seu empenhamento de longa data
e publicamente expresso na paz e na reconciliação".
O chanceler alemão Friedrich
Merz denunciou "o veneno do
antissemitismo".
Fonte: Euronews, 7 de novembro de 2025
Por outro lado… os dirigentes europeus têm mais medo dos israelitas do que de um influencer do TikTok a explicar o conflito em 30 segundos. Israel é o novo laxante, à sua menção o/a líder borra as cuecas.
Cantor de ópera pró-Putin tem atuação cancelada em Itália
O Teatro Filarmónico de Verona cancelou a atuação de um cantor tido como próximo do presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Uma decisão que foi bem acolhida pelo governo italiano, com Ildar Abdrazakov a ser impedido de atual no espetáculo “Don Giovanni”, uma ópera de Mozart que vai estar em exibição entre 18 e 25 de janeiro.
Uma decisão que surge depois da Fundação Anticorrupção, fundada por Alexei Navalny, ter pedido a exclusão do cantor.
Fonte: CNN Portugal, 7 de novembro de 2025


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