Greta Thunberg detida em Londres numa manifestação pela Palestina: é acusada de apoio ao terrorismo
A
ativista sueca de 22 anos foi acusada de atos de terrorismo por apoiar a
Palestine Action, organização proibida no Reino Unido
Greta Thunberg foi detida na manhã desta terça-feira (23) em
Londres, durante uma manifestação em defesa dos prisioneiros da Palestine
Action, que estão em greve de fome. A informação foi avançada pelo grupo
Prisioners for Palestine, que divulgou um vídeo no Instagram onde se vê a
ativista climática a ser abordada por dois agentes de autoridade enquanto
segura um cartaz com a mensagem “Eu apoio os prisioneiros da Palestine Action.
Eu oponho-me ao genocídio”. Foi acusada de atos de terrorismo, por apoiar uma
organização proibida.
A manifestação decorre em frente aos escritórios londrinos
da Aspen Insurance, que, segundo o grupo Prisioners for Palestine, presta
serviços à empresa de defesa Elbit Systems, ligada a Israel.
Segundo o jornal Independent, a polícia londrina
afirma que o edifício da empresa foi danificado com tinta vermelha e martelos.
Um homem e uma mulher foram detidos por suspeita de dano criminal e só depois
chegou Greta Thunberg, detida por “exibir um item em apoio a uma organização
proibida [a Palestine Action], em violação da seção 13 da Lei do Terrorismo de
2000”.
De acordo com o grupo Prisioners for Palestine, oito
ativistas detidos em prisões britânicas estão em greve de fome. Alguns deles já
estão sem comer há sete semanas e tiveram de ser hospitalizados.
Fonte: Expresso, 24 de dezembro de 2025
Não é genocídio se for para construir uma Riviera. Genocídio houve na Alemanha do chanceler Adolf Hitler desconhecedora do conceito, cunhado por Mencius Moldbug, mas viralizado por Donald Trump.


Comentários
Enviar um comentário