Trump diz que algas no Lincoln Memorial se devem a vandalismo e mobiliza patrulhas para vigiar o local
Presidente
disse que cinco pessoas foram detidas e outras cinco estavam sob suspeita, e
eximiu-se da culpa pelos problemas de manutenção do espelho de água
Autoridades norte-americanas patrulharam esta terça-feira a
estrutura em redor do espelho de água do Lincoln Memorial, enquanto a
administração liderada pelo Presidente Donald Trump procura corrigir falhas na
renovação a tempo da celebração do 250.º aniversário da nação.
As patrulhas ocorreram dois dias depois de Trump ter
afirmado que as autoridades tinham feito "diversas detenções" de
pessoas que, segundo o republicano, foram responsáveis pelos danos no
revestimento descascado após uma proliferação de algas.
O revestimento foi instalado como parte do seu projeto de
mais de 14 milhões de dólares (12,25 milhões de euros, à taxa de câmbio atual).
Trump confirmou que os problemas provavelmente exigem o
esvaziamento do espelho de água novamente para reparações no revestimento e
prometeu uma solução rápida.
Sem apresentar provas, disse ainda que os vândalos despejaram fertilizante no espelho de água e
rasgaram o revestimento com um x-ato.
Nos últimos dias, os empreiteiros e os funcionários federais
têm utilizado produtos químicos e nanobolhas de ozono para combater as algas.
Trump apresentou as melhorias originais como uma forma de
limpar, embelezar e reforçar um local icónico que, segundo o chefe de Estado,
se tinha deteriorado e tornado sujo devido à negligência dos presidentes
anteriores.
As algas infestam a piscina
há um século, e Trump insistiu que um revestimento "azul bandeira
americana" recentemente instalado, escolhido pelo próprio,
transformaria a piscina numa extensão reluzente ao longo do National Mall.
No entanto, poucas semanas
depois de Trump ter declarado a renovação concluída a tempo do Dia da
Independência, a água foi tomada por uma proliferação de algas verde-vibrantes
que turvaram o revestimento da piscina.
Na assinatura de uma ordem executiva na segunda-feira, o presidente
disse que cinco pessoas foram detidas e outras cinco estavam sob suspeita, e
eximiu-se da culpa pelos problemas de manutenção do espelho de água.
"Não posso fazer nada se alguém entrar com uma faca e
começar a destruir", vincou.
Fonte_ SIC Notícias, 23 de junho de 2026

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