Fazia questão de repetir: Renato Seabra insistiu numa frase quando confessou homicídio de Carlos Castro
Alexandra Willow Hand, supermodelo internacional e cavaleira
norte-americana, amplamente reconhecida pelo seu grande impacto na indústria da
moda de alta-costura
Quando
foi interrogado pelas autoridades, num hospital de Nova Iorque, Renato Seabra
não só se declarou culpado pelo assassinato de Carlos Castro como repetiu
várias vezes uma frase
Renato Seabra matou Carlos Castro, a 7 de janeiro de 2011,
no quarto número 3416, localizado no 34.º andar do Hotel InterContinental, em
Manhattan, Nova Iorque. Depois de ter cometido o crime, o modelo, que mantinha uma relação amorosa com o cronista, saiu do
local e acabou por apanhar um táxi, com o intuito de dirigir-se ao Hospital
Saint Luke, uma vez que tinha cortado os pulsos.
Com receio de que Renato Seabra acabasse com a própria vida,
o corpo clínico manteve o português sob vigilância. "Os médicos
disseram-nos que iam transferi-lo, devido ao risco de suicídio, para o Hospital
Bellevue, um hospital destinado a doentes mentais, e ele iria ficar internado
aí", recorda Rick Tirelli, que integrou a primeira equipa de inspetores
destacados para o homicídio de Carlos Castro, no programa da SIC "Portugal
Criminal".
No dia seguinte à morte do cronista, o manequim falou pela
primeira vez com a polícia. "Quando chegámos ao Hospital Bellevue, ele
estava isolado e não nos permitiam falar com ele. Nessa altura, falámos com
vários enfermeiros e administradores e explicámos a gravidade do que tinha
acontecido no Hotel InterContinental", lembra aquele que foi, durante três
décadas, inspetor de homicídios de Nova Iorque e que, aos dias de hoje, assume a função de consultor
técnico policial de séries criminais. "Depois de bastante
insistência, consegui convencê-los a deixarem-nos falar com ele",
prossegue.
Para tal, foi
chamado alguém para servir de intérprete, o inspetor Michael de Almeida,
dos Crimes Automóveis. Os dois entraram numa sala com outro inspetor que também
estava destacado para o caso e, lá, Renato Seabra disse que queria prestar
declarações, preferindo falar em português.
Sobre o interrogatório, Rick Tirelli relata agora: "Ele
disse então que... ele e o sr. Castro tinham uma relação íntima, que o sr. Castro era o parceiro passivo. Fazia
questão de repetir isso: 'Ele é que era o passivo, não eu'. Insistia muito
nesse ponto. Disse também que nunca tinham tido uma discussão antes deste
incidente mas que, naquele momento, 'algo se apoderou dele'."
Atualmente com 36 anos, o modelo foi condenado a uma pena de
25 anos de prisão, com possibilidade de prisão perpétua. Renato Seabra
permanece nos Estados Unidos.
O cronista tinha 65 anos.
Fonte: Selfie, 24 de agosto de 2026
Uma hora e meia de tortura: foi exatamente assim que
Renato Seabra matou Carlos Castro com saca-rolhas e monitor
Uma
descrição arrepiante sobre a forma como Renato Seabra assassinou Carlos Castro
é feita por um dos inspetores que investigaram o caso
Volvidos 15 anos sobre o assassinato de Carlos Castro, o
crime cometido por Renato Seabra continua a captar a atenção dos portugueses.
No programa da SIC "Portugal Criminal",
Rick Tirelli, um dos inspetores responsáveis pela investigação do chocante
homicídio, dá uma entrevista em que lembra o interrogatório feito ao modelo, no
Hospital Bellevue, no dia seguinte ao assassinato do cronista. Os dois,
recorde-se, mantinham uma relação amorosa à data dos factos.
"O sr. Seabra começou a ter dúvidas e muitas questões
sobre ele próprio, sobre se ainda era homossexual ou se queria continuar a
sê-lo. Ele e o sr. Castro acabaram por discutir. Ele queria ir para casa. O sr.
Castro disse-lhe que já lhe tinha comprado uma passagem de volta. No entanto,
ele não acreditou. Achava que ele estava a mentir-lhe", conta o atual
consultor técnico policial de séries criminais, que foi, durante 30 anos,
inspetor de homicídios de Nova Iorque.
Renato Seabra matou Carlos Castro, a 7 de janeiro de 2011,
no quarto número 3416, localizado no 34.º andar do Hotel InterContinental, em
Manhattan. "Começaram a discutir e, nesse momento, ele aproximou-se por
trás, agarrou-o por trás e começou a estrangulá-lo por trás. Derrubou-o com
tanta força que, quando o sr. Castro caiu no chão, disse: 'Partiste-me o braço,
partiste-me o braço'. Depois, foi buscar um saca-rolhas e começou a esfaqueá-lo
com ele, repetidamente. Em seguida, usou o
saca-rolhas para lhe cortar os testículos. Depois, calçou um par de ténis Nike e começou a
pisá-lo. Pisou-o repetidamente. A seguir, pegou no monitor de um
computador e bateu-lhe com ele na cabeça. Depois, cortou os próprios pulsos
mas, ao que parece, não suficientemente fundo. Em
seguida, tomou um duche, vestiu-se, pôs um fato preto e uma gravata roxa, pegou
no seu casaco cinzento e saiu do hotel", descreve Rick Tirelli.
De acordo com o mesmo homem, o manequim "disse que tudo
aquilo durou cerca de uma hora, uma hora e meia, em que o espancou e o
torturou". "Ele sentia que já não
queria ser homossexual e que tinha demónios dentro dele e que a
única forma de se livrar desses demónios era fazer aquilo ao sr. Castro",
recorda ainda.
Fonte: Selfie, 24 de agosto de 2026
"Tudo partido e sangue por todo o lado":
inspetor que encontrou Carlos Castro morto faz relato chocante
Rick
Tirelli, um dos inspetores que entraram no quarto onde Renato Seabra assassinou
brutalmente Carlos Castro, fez uma descrição arrepiante sobre o cenário do
crime
Era 7 de de janeiro de 2011 e o quarto número 3416,
localizado no 34.º andar do Hotel InterContinental, em Manhattan, servia de
cenário para um dos crimes mais chocantes que aconteceram em Nova Iorque. Aí,
Carlos Castro foi brutalmente assassinado por Renato Seabra, com quem mantinha
uma relação amorosa.
Rick Tirelli, hoje consultor técnico policial de séries
criminais, foi durante 30 anos inspetor de homicídios de Nova Iorque, tendo
feito parte da primeira equipa que chegou ao local. Em declarações ao programa
da SIC "Portugal Criminal", recorda que, naquele dia,
receberam uma chamada a dar conta de uma possível vítima de homicídio.
"Os meus parceiros e eu deslocámo-nos ao local e
deparámo-nos com um local de crime horrível. Havia
um homem idoso que tinha sido espancado até à morte. Era uma cena
verdadeiramente chocante", descreve. "Quando chegámos, o quarto
estava completamente revirado. Estava tudo partido, havia sangue por todo o
lado, o monitor do computador estava partido, havia um par de ténis
completamente ensanguentados... A vítima tinha lacerações por todo o corpo.
Via-se claramente que tinha sido espancada até à morte. Também tinha sido
esfaqueada várias vezes com um saca-rolhas, que ficou no local do crime. Na
minha carreira, foi um dos piores locais de crime que já vi com alguém
espancado com aquela brutalidade", assume.
Fonte: Selfie, 24 de agosto de 2026
Inesperado: mãe de Renato Seabra viaja para os EUA e
não encontra o filho na prisão
Revelação
foi feita no programa "Portugal Criminal", da SIC
Uma reviravolta inesperada marcou uma das mais recentes
deslocações de Odília Pereirinha aos Estados Unidos da América para visitar o
filho, Renato Seabra, que está preso desde 2013 pelo assassinato de Carlos
Castro.
Em 2024, ao chegar ao Estabelecimento Prisional Clinton
Correctional Facility, a mãe do ex-modelo foi apanhada de surpresa ao perceber
que o filho já não se encontrava naquela unidade de alta segurança. A revelação
foi feita pela própria família no programa "Portugal Criminal",
exibido pela SIC no passado domingo, dia 23.
O motivo da deslocação falhada deveu-se ao facto de Renato
Seabra ter sido transferido tempos antes para um novo centro penitenciário. O
homicida confesso do cronista social Carlos Castro — condenado a uma pena
mínima de 25 anos de prisão — foi reencaminhado para a Attica Correctional
Facility, uma instituição situada a cerca de 535 quilómetros de distância do
local onde se encontrava detido anteriormente.
Fonte: Selfie, 24 de agosto de 2026

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