Discurso do presidente Donald Trump sobre o Estado da União, proferido na terça-feira, 24 de fevereiro de 2026


Presidente da Câmara Johnson, vice-presidente Vance, primeira-dama dos Estados Unidos, segunda-dama dos Estados Unidos,

membros do Congresso e os meus compatriotas americanos, a nossa nação está de volta: maior, melhor, mais rica e mais forte do que nunca.

Daqui a menos de cinco meses, o nosso país celebrará um marco épico na história americana, o 250.º aniversário da nossa gloriosa independência americana. Neste dia 4 de julho, celebraremos dois séculos e meio de liberdade e triunfo, progresso e independência na nação mais incrível e excecional que já existiu à face da Terra. E ainda não vimos nada. Vamos melhorar cada vez mais. Esta é a era dourada da América.

Quando falei nesta câmara há 12 meses, tinha acabado de herdar uma nação em crise, com uma economia estagnada, inflação em níveis recorde, uma fronteira totalmente aberta, recrutamento assustador para as forças armadas e para a polícia, criminalidade desenfreada em casa e guerras e caos por todo o mundo. Mas esta noite, passado apenas um ano, posso dizer com dignidade e orgulho que alcançámos uma transformação como nunca ninguém viu antes e uma reviravolta histórica. É, de facto, uma reviravolta histórica. E nunca mais voltaremos a ser como éramos há tão pouco tempo. Não vamos voltar atrás.

Hoje, a nossa fronteira está segura. Hoje, a nossa fronteira está segura, o nosso espírito está restaurado, a inflação está a cair a pique, os rendimentos estão a aumentar rapidamente, a economia pujante está a rugir como nunca, os nossos inimigos estão assustados, as nossas forças armadas e a polícia estão reforçadas e a América é novamente respeitada, talvez como nunca antes. Após quatro anos em que milhões e milhões de imigrantes ilegais atravessaram as nossas fronteiras sem qualquer controlo ou fiscalização, temos agora a fronteira mais forte e segura da história americana, de longe. Nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal foi admitido nos Estados Unidos. Mas permitiremos sempre a entrada legal de pessoas que amam o nosso país e trabalham arduamente para o manter. O fentanil, uma droga letal, que atravessa a nossa fronteira, caiu 56% num ano, um recorde. No último ano, a taxa de homicídios registou a maior descida da história. Pensem, esta é a maior queda da história, o número mais baixo em mais de 125 anos, desde 1900. Aliás, substancialmente antes do meu querido pai — eu tinha um pai maravilhoso, o Fred — ainda antes de ele nascer. Há muito tempo, ele não gostaria que eu dissesse isto, mas já foi há muito tempo.

O governo de Biden e os seus aliados no Congresso legaram-nos a pior inflação da história do nosso país. Mas, em 12 meses, o meu governo reduziu a inflação subjacente para o nível mais baixo em mais de cinco anos. E nos últimos três meses de 2025, desceu para 1,7%. A gasolina, que chegou a ultrapassar os 6 dólares por galão em alguns estados durante o governo do meu antecessor e que, honestamente, foi um desastre, está agora abaixo dos 2,30 dólares por galão na maioria dos estados e, em alguns lugares, a 1,99 dólares por galão. E quando visitei o estado do Iowa, há algumas semanas, vi a gasolina a 1,85 dólares por galão, o preço mais baixo em quatro anos, e a descer rapidamente.

E o custo anual de uma nova hipoteca normal caiu quase 5000 dólares apenas um ano desde que assumi o cargo. E taxas de juro mais baixas resolverão o problema imobiliário criado por Biden, ao mesmo tempo que protegerão o património daqueles que já possuem uma casa e que, pela primeira vez na vida, se sentem realmente ricos. Queremos proteger esse património. Queremos manter estes valores elevados. Vamos fazer as duas coisas — e manter assim. O mercado bolsista atingiu 53 máximos históricos desde a eleição. Pensem nisto: num ano, impulsionando as pensões, os planos 401(k) e as contas de reforma para milhões e milhões de americanos, todos estão a ganhar. Todos estão em alta, muito em alta. Em quatro longos anos, o anterior governo conseguiu menos de 1 bilião de dólares em novos investimentos nos Estados Unidos. E quando digo menos, substancialmente menos. Em 12 meses, garanti compromissos de mais de 18 biliões de dólares vindos de todo o mundo.

Pensem nisto — muito menos de 1 bilião de dólares em quatro anos, contra muito mais de 18 biliões de dólares num ano. Que diferença faz um presidente. Há pouco tempo, éramos um país morto. Somos agora o país mais vibrante do mundo. O mais vibrante. Com a formação de milhares de novas empresas e a construção de fábricas, centrais elétricas e laboratórios, acrescentámos 70 000 novos postos de trabalho na construção civil num período muito curto. Cada vez maior e mais forte. Ninguém consegue acreditar no que está a ver. A produção de petróleo americana aumentou mais de 600 mil barris por dia. E acabámos de receber do nosso novo amigo e parceiro, a Venezuela, mais de 80 milhões de barris de petróleo. A produção de gás natural americano está no seu nível mais alto de sempre. Porque cumpri a minha promessa de furar, querido, furar.

Hoje, há mais americanos a trabalhar do que em qualquer outro momento da história do nosso país. Pensem nisso. Em qualquer outro momento da história do nosso país. Há mais pessoas a trabalhar hoje, e 100% de todos os empregos criados durante o meu governo foram no setor privado. Acabámos com a Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) nos Estados Unidos. Eliminámos um número recorde de regulamentos que destruíam empregos e, num ano, retirámos 2,4 milhões de americanos — um recorde — do programa de assistência alimentar. E por todas estas razões, digo esta noite, senhores membros do Congresso, que o estado da nossa União é forte. O nosso país está vencendo novamente. Aliás, estamos a ganhar tanto que não sabemos bem o que fazer a esse respeito. As pessoas dizem-me: "Por favor, por favor, por favor, sr. presidente, estamos a ganhar demais. Não aguentamos mais. Não estamos habituados a ganhar no nosso país até o senhor chegar, só perdemos. Mas agora estamos a ganhar demais." E eu digo: "Não, não, não, vocês vão ganhar outra vez. Vão ganhar com folga. Vão ganhar mais do que nunca." E para provar este ponto, para provar este ponto, aqui connosco esta noite está um grupo de vencedores que acabaram de encher toda a nação de orgulho. A equipa masculina de hóquei no gelo, medalha de ouro olímpica. Entrem.

Podem entrar.


É a primeira vez que os vejo levantarem-se [aponta para os legisladores]. E, na verdade, nem todos se levantaram. Mas venceram uma fantástica equipa canadiana no prolongamento, como todos viram, assim como as mulheres americanas que em breve estarão na Casa Branca. Já estiveram no Salão Oval antes, e só quero dar os parabéns à equipa dos EUA. Mas preciso de dizer que - e eu disse-lhes isso e fizemos uma votação da equipa. Eu disse: se alguém votar não, eu não participo.

Então ficaram lá. Não iam dizer que não porque nunca vi um guarda-redes jogar tão bem como o guarda-redes Connor Hellebuyck.

Pensem nisso, 46 ​​remates à baliza. E eu perguntei-lhe – aquele lance em que se coloca o taco na parte de trás e a bola bate no cabo e faz ricochete – treina-se isso? Ou foi um pouco de sorte? Ele recusou-se a responder. Mas só quero dizer que os membros desta grande equipa de hóquei ficarão muito felizes por saber, com base no voto deles e no meu voto. E, neste caso, o meu voto foi mais importante, que em breve entregarei a Connor a nossa mais alta honra civil, que será concedida e que já foi dada a muitos atletas ao longo dos anos. Mas quando digo muitos, não tantos, tipo uns 12, é a mais alta honra civil do nosso país. A Medalha Presidencial da Liberdade. Grandes atletas já a receberam. Grandes mesmo, os melhores. E eu achei que ele merecia. E fiz uma votação. Cada um deles. Eu disse: "Não vou entregar se alguém disser que não", e todos eles levantaram a mão rapidamente. Assim, quero agradecer a todos vós. Que trabalho especial que fizeram. Que campeões especiais que vocês são. Muito obrigado.

Tenho também o prazer de dizer que a próxima vez que a tocha olímpica for acesa, será aqui nos Estados Unidos, para os Jogos Olímpicos de 2028. E será a versão de verão, certo? Em Los Angeles. Faremos um bom trabalho em Los Angeles. E Los Angeles será segura, assim como Washington, D.C., que é agora uma das cidades mais seguras do país. E este ano, e devo dizer, consegui as duas. Consegui-o no primeiro mandato. E fiquei desapontado porque não pensava que seria o presidente quando isso acontecesse. Mas coisas estranhas aconteceram, e agora consegui-as porque consegui os Jogos Olímpicos. E consegui o Campeonato do Mundo de Futebol de 2026, e queria reclamar a 250.ª edição, mas não consegui. Não pude reclamar essa para mim. Mas teremos o Campeonato do Mundo, por isso teremos o Campeonato do Mundo e os Jogos Olímpicos, e isso é uma notícia entusiasmante.

Este será um ano para celebrar o nosso país e os heróis que o mantiveram livre. Homens como Buddy Taggart. Aos 17 anos, Buddy ofereceu-se como voluntário para defender os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, servindo no Pacífico sob o comando do grande general Douglas MacArthur. Combateu bravamente na famosa Batalha de Manila. Trabalhou com tanta dedicação que foi gravemente ferido e quase morto pelas metralhadoras inimigas em Luzon. E há 81 anos, este mês, libertou o maior campo de internamento das Filipinas, um dos maiores do mundo. Mas recebeu muitas honras, incluindo um Coração Púrpura e uma Estrela de Bronze, regressou a casa, constituiu família e, esta noite, está na galeria, aguardando o dia 4 de julho de 2026, o seu centésimo aniversário. Então, Buddy, és um homem corajoso e nós saudamo-lo.

Mesmo em tempos de desafios, contrariedades e imensa dor, o espírito de 1776 brilhou sempre intensamente. Estávamos a 4 de julho do ano passado quando as cheias devastaram um campo de férias para raparigas no centro do Texas. Das piores coisas que já vi. Eu estava ali, a subir 8 metros em questão de minutos, ceifando tragicamente muitas, muitas vidas. Vocês todos se lembram disso. Enquanto as águas ameaçavam levá-la, Milly Cate McClymond, de 11 anos, fechou os olhos e rezou a Deus. Ela pensou que ia morrer. As suas orações foram atendidas quando o nadador de resgate da Guarda Costeira, Scott Ruskan, desceu de um helicóptero. Ninguém sabia de onde tinha vindo. Era a primeira missão de resgate de Scott — um rapaz jovem, mas muito corajoso, muito, muito bom. Sempre o melhor da turma. E resgatou não só Milly Cate, mas também outras 164 pessoas.

As pessoas observavam Scott à distância e não conseguiam acreditar no que viam. O vento soprava forte, a chuva caía torrencialmente, tudo estava a acontecer. E aquela corrente, nunca ninguém tinha visto nada igual. Eles disseram: "Uau, isso é impressionante". Esta noite, Scott e Milly Cate estão aqui juntos, reunidos pela primeira vez.


Obrigado, Scott, Milly Cate. E suboficial Ruskan, tenho o prazer de lhe informar que lhe estou a conceder a Legião de Mérito por extraordinária bravura. Que é exatamente o que foi, uma bravura extraordinária. Obrigado. E gostaria que o ajudante militar viesse aqui realizar esta cerimónia. Ajudante militar, muito obrigado. Ocupe-se desta cerimónia tão importante. Muito obrigado.

Desde 1776 até hoje, cada geração de americanos se tem erguido para defender a vida, a liberdade e a busca da felicidade. E fizeram-no pela geração seguinte. Mas agora é a nossa vez. Juntos, estamos a construir uma nação onde cada criança tem a hipótese de ambicionar mais e ir mais longe. Onde o governo responde ao povo, e não aos poderosos, e onde os interesses dos cidadãos americanos trabalhadores são sempre a nossa primeira e última preocupação. É essa a dívida que temos para com os heróis que nos antecederam. E é essa a promessa que devemos cumprir com a América no nosso 250.º aniversário.

No ano passado, incentivei este Congresso a iniciar esta missão aprovando os maiores cortes de impostos da história americana, e as nossas maiorias republicanas cumpriram esta promessa de forma brilhante. Obrigado, Republicanos. Todos os Democratas, sem exceção, votaram contra estes cortes de impostos maciços, tão importantes e necessários. Queriam aumentos de impostos em grande escala que prejudicariam a população. Mas mantivemo-nos firmes. E com a grande e bela lei, isentámos-vos de impostos sobre gorjetas, horas extraordinárias e contribuições para a Segurança Social, para o bem dos nossos idosos. E também tornamos os juros dos financiamentos automóveis dedutíveis no imposto sobre o rendimento. Pela primeira vez, mas apenas se o carro for fabricado nos Estados Unidos.

Recentemente, na Pensilvânia, conheci Megan Hemhauser, uma mãe dedicada que educa os seus filhos em casa. Dois lindos filhos durante o dia, enquanto trabalha como empregada de mesa à noite, e o seu marido faz horas extra a operar máquinas pesadas. Megan está aqui esta noite e está feliz por dizer-vos que está muito, muito mais rica porque, sem imposto sobre as gorjetas, sem imposto sobre horas extraordinárias e com o nosso crédito fiscal infantil alargado, aprovado novamente pelos republicanos, Megan e o marido vão levar para casa mais de 5000 dólares extra só este ano, reduzindo a sua conta fiscal em mais de metade. Megan, por favor, levante-se. Estamos a lutar por ti, Megan. Obrigada, Megan. Obrigada, Megan, estamos a lutar por ti, Megan.

De acordo com o nosso projeto de lei, pais como Megan também podem ativar as novas Contas Trump dos seus filhos. E não lhe dei o nome. Não a nomeei. Ninguém acredita em mim, mas não lhe dei o nome. Foi assim chamado por um homem muito alto que estava ali na terceira fila. Um homem simpático, um homem bom. Contas de investimento isentas de impostos para todas as crianças americanas. Isso é algo muito especial. Deu muito certo e tornou-se um sucesso estrondoso. Milhões serão reembolsados ​​pelo Tesouro dos EUA e por particulares como Michael e Susan Dell, que doaram 6,25 mil milhões de dólares para financiar as Contas Trump de 25 milhões de crianças americanas. São pessoas incríveis.

Quando perguntei a Michael Dell: "Como é que se ganha todo este dinheiro?", ele respondeu: "Bem, eu ficava no meu dormitório na faculdade, a montar computadores e a vendê-los às pessoas. E continuei a vender, vender e vender..." Uma história realmente incrível. Isto se chama Sonho Americano. Vendeu muitos computadores, muitos portáteis. Então, felicito-o por isso. Mas agradeço-lhe muito a ele e à Susan, bem como a outros como o Brad Gerstner, um tipo fantástico. Ele apoiou tudo desde o início. Brad Gerstner. Obrigado, Brad.


Com contribuições adicionais modestas, as contas destes jovens poderão crescer para mais de 100 000 dólares quando completarem 18 anos. Pensem nisso. Quanto dinheiro é para alguém que começou do zero? Mais de 100 000 dólares pode ser muito mais do que isso. Para fazer este investimento no futuro dos nossos filhos, aceda a trumpaccounts.gov. E muita gente está a participar. Estão a bater todos os recordes. É um sucesso. Sabiam o que seria necessário. Estou muito orgulhoso deles. Tenho muito orgulho nas pessoas que começaram isto. E agora a iniciativa arrancou.

Uma das principais razões para a impressionante recuperação económica do nosso país, a maior da história — em que o Dow Jones ultrapassou os 50 000 pontos quatro anos antes do previsto e o S&P atingiu os 7000, algo que não se esperava que acontecesse durante muitos anos — foram as tarifas aduaneiras. Utilizei estas tarifas, angariando centenas de milhares de milhões de dólares para fechar grandes acordos para o nosso país, tanto do ponto de vista económico como de segurança nacional. Tudo estava a funcionar bem. Países que nos exploravam há décadas pagam-nos agora centenas de milhares de milhões de dólares. Eles exploravam-nos descaradamente. Vocês sabem disso? Todo o mundo sabe. Até os democratas sabem. Só não querem admitir. E, no entanto, estes países estão agora felizes, e nós também. Fizemos acordos — os acordos estão todos fechados e eles estão satisfeitos. Não estão a ganhar dinheiro como antes. Mas nós estamos a ganhar muito dinheiro. Não houve inflação, o crescimento foi tremendo. E a grande notícia foi a forma como Donald Trump previu corretamente a situação da economia, enquanto 22 vencedores do Prémio Nobel da Economia se enganaram. Eles erraram completamente. Erraram feio. E então, há apenas quatro dias, foi anunciada uma decisão infeliz do Supremo Tribunal dos Estados Unidos. Uma decisão muito infeliz.

Mas a boa notícia é que quase todos os países e corporações querem manter o acordo que já fizeram — certo, Scott? — sabendo que o poder legal que eu, como presidente, tenho para fazer um novo acordo poderia ser muito pior para eles e, por isso, continuarão a trabalhar no mesmo caminho bem-sucedido que tínhamos negociado antes do infeliz envolvimento do Supremo Tribunal.


Portanto, apesar da decisão dececionante, estes países poderosos estão a poupar ao nosso país o tipo de dinheiro que estamos a angariar, a manutenção da paz — muitas das guerras que resolvi foram por causa da ameaça das tarifas, não teria conseguido resolvê-las sem elas — continuará em vigor sob estatutos legais alternativos totalmente aprovados e testados. E foram testados durante muito tempo. São um pouco mais complexos, mas são provavelmente melhores — levando a uma solução que será ainda mais forte do que antes. A ação do Congresso não será necessária. Já foi testado e aprovado pelo tempo. E, com o passar do tempo, acredito que as tarifas, pagas pelos países estrangeiros, irão, tal como no passado, substituir substancialmente o sistema moderno de imposto sobre o rendimento, aliviando um grande fardo financeiro das pessoas que amo.

No futuro, as fábricas, os empregos, os investimentos e os biliões e biliões de dólares continuarão a fluir para os Estados Unidos da América porque finalmente temos um presidente que coloca a América em primeiro lugar. Eu coloco a América em primeiro lugar. Eu amo a América. Durante décadas, antes de eu chegar, tínhamos exatamente o oposto. Do comércio à saúde, da energia à imigração, tudo era roubado e manipulado para drenar a riqueza das pessoas produtivas e trabalhadoras que tornam o nosso país grandioso, que fazem o nosso país funcionar. Sob Biden e os seus corruptos parceiros no Congresso e noutros lugares, chegámos a um ponto crítico com a Nova Fraude Verde, fronteiras abertas a todos — milhões e milhões de pessoas entraram em massa vindas de prisões, de instituições psiquiátricas, eram assassinos — 11 888 assassinatos — entraram no nosso país, e vocês permitiram que isso acontecesse. E uma inflação recorde que custou à família típica 34 mil dólares em apenas um instante.

Ora, as mesmas pessoas nesta câmara que votaram a favor destes desastres, de repente usaram a palavra acessibilidade, uma palavra que simplesmente usaram porque alguém lhes deu, sabendo muito bem que causaram e criaram o aumento de preços que todos os nossos cidadãos tiveram de suportar. Vocês causaram este problema. Vocês causaram este problema. Sabiam que as suas declarações eram mentira, sabiam, sabiam que as suas declarações eram uma mentira suja e repugnante. As suas políticas criaram os preços altos. As nossas políticas estão rapidamente a acabar com eles. Estamos muito bem. Esses preços estão a cair a pique. O preço dos ovos desceu 60%, senhora secretária, obrigada. O custo do frango, da manteiga, da fruta, dos hotéis, dos automóveis, das rendas é hoje muito mais baixo do que quando assumi o cargo. E até a carne de vaca, que estava muito cara, começa a baixar significativamente. Aguardem só mais um pouco. Vamos reduzir isso. E em breve verão números que poucas pessoas pensariam ser possível alcançar há pouco tempo.

Ninguém consegue acreditar quando vê estes números, especialmente no setor energético. Quando veem a energia a cair para valores como estes, é inacreditável. É como mais um grande corte de impostos. Estou também perante um dos maiores roubos da nossa era: o custo exorbitante da saúde, causado por vós. Desde a aprovação da "Lei dos Cuidados Inacessíveis", também conhecida por Obamacare, as grandes seguradoras enriqueceram. Foi feita para as seguradoras, não para as pessoas. Com o nosso governo a dar-lhes centenas e centenas de milhares de milhões de dólares por ano, enquanto o preço das suas ações disparava 1000%, 1200%, 1400% e até 1700%, como nunca antes. Foi por isso que apresentei o grande plano de saúde. Quero acabar com todos os pagamentos às grandes seguradoras e, em vez disso, dar esse dinheiro diretamente às pessoas, para que possam comprar os seus próprios planos de saúde, que serão melhores e a um custo muito mais baixo. Além disso, o meu plano exige a máxima transparência de preços. Isso é muito importante. Parece tão simples, mas é tão grandioso. E fi-lo no meu primeiro mandato, e os democratas revogaram imediatamente a medida, sabendo perfeitamente que estavam a fazer algo de muito mau para a população. Os custos iriam subir muito, e foi o que aconteceu. Agora, estou a reduzir drasticamente os custos da saúde e de tudo o resto.

Estou também a acabar com o aumento exorbitante dos preços dos medicamentos, algo nunca antes visto. Outros presidentes tentaram, mas nunca conseguiram. Tentaram, ou melhor, a maioria não tentou, mas tentaram, disseram que tentaram. Não conseguiram. Nem chegaram perto. Só falaram e não fizeram nada. Mas consegui, através dos meus acordos de nação mais favorecida recentemente aprovados. Os americanos, que durante décadas pagaram os preços mais elevados do mundo pelos medicamentos, vão agora pagar o preço mais baixo do mundo pelos medicamentos, em qualquer lugar, o preço mais baixo.

Assim, no primeiro ano do meu segundo mandato — que devia ser o meu terceiro mandato, mas acontecem coisas estranhas — tratei dos medicamentos sujeitos a receita médica, uma parte muito importante dos cuidados de saúde, fazendo-os passar do preço mais alto do mundo para o mais baixo. Isso é uma grande conquista. O resultado são diferenças de preço de 300%, 400%, 500%, 600% e até mais, tudo já disponível num novo site chamado trumprx.gov — e, já agora, nem sequer fui eu que lhe dei esse nome. E hoje à noite está aqui a primeira cliente de sempre a beneficiar desse grande desconto — e é mesmo grande — Catherine Rayner. Há cinco anos que ela e o marido lutam contra a infertilidade e recorreram à fertilização in vitro (FIV). Um dos medicamentos custava a Catherine 4000 dólares, mas há algumas semanas entrou no site TrumpRX e conseguiu o mesmo medicamento que custava 4000 dólares por menos de 500 dólares — uma redução de mais de 3500 dólares, na verdade.

Catherine, estamos todos a rezar por si, e vai ser uma grande mãe.


Por isso, estou agora a pedir ao Congresso que transforme o meu programa de nação mais favorecida em lei. Agora, a única coisa que não tenho a certeza se importa é que será muito difícil para alguém que vier depois de mim dizer: "Vamos aumentar os preços dos medicamentos em 700% ou 800%". Mas, John e Mike, se não se importarem, transformem isto em lei na mesma, eles conseguem. Transformem isso em lei na mesma. Obrigado. E muitos americanos também estão preocupados com o facto de a procura de energia dos centros de dados de IA poder aumentar injustamente as suas contas de eletricidade. Esta noite, tenho o prazer de anunciar que negociei o novo compromisso de proteção do consumidor. Sabem o que isso significa? Estamos a dizer às grandes empresas tecnológicas que têm a obrigação de prover as suas próprias necessidades energéticas. Podem construir as suas próprias centrais elétricas como parte das suas fábricas, para que os preços de ninguém subam e, em muitos casos, os preços da eletricidade diminuam para a comunidade, e de forma muito substancial.

Esta é uma estratégia única, nunca antes utilizada neste país. Temos uma rede elétrica antiga. A rede elétrica existente nunca conseguiria lidar com a procura, com a quantidade de eletricidade necessária. Por isso, estou a dizer-lhes que podem construir a sua própria central elétrica e produzir a sua própria eletricidade. Isto irá garantir o fornecimento de energia à empresa e, ao mesmo tempo, reduzir os preços da eletricidade para vocês, o que pode ser muito significativo. Para todas estas cidades, vão ver coisas boas acontecer nos próximos anos.

Outro pilar do sonho americano que tem vindo a ser atacado é a casa própria. Connosco esta noite está Rachel Wiggins, mãe de dois filhos de Houston. Fez licitações em 20 casas e perdeu-as todas para gigantescas empresas de investimento que ignoraram a inspeção, pagaram a pronto e transformaram todas as casas em imóveis para arrendar, roubando-lhe o sonho americano. Ela ficou devastada. Histórias como esta são a razão pela qual assinei, no mês passado, uma ordem executiva que proíbe as grandes empresas de investimento de Wall Street de comprarem milhares de casas unifamiliares. E agora estou a pedir ao Congresso que torne esta proibição permanente, porque casas para pessoas, é isso que realmente queremos, queremos casas para pessoas, não para empresas. As corporações estão muito bem. Raquel, muito obrigada. Boa sorte com a sua casa. Conseguirá uma em breve.

Estamos também a trabalhar para facilitar a poupança para a reforma dos americanos. E, sob este governo, protegeremos sempre a Segurança Social e a Medicare. Não estão a proteger os nossos idosos. Protegeremos sempre a Segurança Social, o Medicare e o Medicaid. Desde que assumi o cargo, o saldo típico de um plano 401(k) aumentou pelo menos 30 000 dólares. Isso é muito dinheiro. Temos milhões e milhões de pessoas. Porque o mercado de ações teve um desempenho tão bom, batendo todos estes recordes. Os seus planos 401(k) valorizaram muito. No entanto, metade de todos os trabalhadores americanos ainda não tem acesso a um plano de reforma com contribuições equivalentes dos empregadores. Para colmatar esta enorme disparidade, anuncio que, no próximo ano, o meu governo dará a estes trabalhadores americanos, muitas vezes esquecidos, pessoas extraordinárias, as pessoas que construíram o nosso país, acesso ao mesmo tipo de plano de reforma oferecido a todos os funcionários federais. Igualaremos a sua contribuição até 1000 dólares por ano, garantindo que todos os americanos podem beneficiar de um mercado de ações em alta.

Vamos também garantir que os membros do Congresso não podem lucrar corruptamente com o uso de informação privilegiada. Eles manifestaram-se a favor dela. Não consigo acreditar. Não consigo acreditar. Nancy Pelosi manifestou-se, se é que está aqui? Duvido. Aprovem a Lei para Acabar com a Utilização de Informação Privilegiada sem demora. Não tinha a certeza se alguém, mesmo deste lado, iria aplaudir isto. Estou muito impressionado. Obrigado. Estou muito impressionado. Mas quando se trata da corrupção que está a saquear, de facto, a saquear a América, não houve exemplo mais chocante do que o Minnesota, onde os membros da comunidade somali desviaram cerca de 19 mil milhões de dólares dos contribuintes americanos. Temos todas as informações. E, na verdade, o número é muito maior do que isso. E a Califórnia, Massachusetts, Maine e muitos outros estados estão em situação ainda pior.

Este é o tipo de corrupção que destrói o tecido de uma nação, e estamos a trabalhar nisso como nem imaginam. Por isso, esta noite, embora tenha começado há quatro meses, estou a anunciar oficialmente a guerra contra a fraude, que será liderada pelo nosso grande vice-presidente, JD Vance. Ele vai resolver isso. E se conseguirmos encontrar fraudes suficientes, teremos um orçamento equilibrado de um dia para o outro. Será muito rápido. É deste tipo de dinheiro que estamos a falar. Vamos equilibrar o nosso orçamento. Os piratas somalis que saquearam o Minnesota recordam-nos que existem grandes partes do mundo onde o suborno, a corrupção e a ilegalidade são a norma, e não a exceção. Importar estas culturas através da imigração irrestrita e das fronteiras abertas traz-nos problemas aqui nos EUA. E é o povo americano que paga o preço com contas médicas mais elevadas, taxas de seguro automóvel, rendas, impostos e, talvez o mais importante, criminalidade. Vamos cuidar desse problema. Vamos cuidar desse problema. Não estamos a brincar.

Dalilah. Em junho de 2024, Dalilah Coleman tinha apenas cinco anos quando um camião de 18 rodas embateu no seu carro parado, a mais de 96 km/h. O condutor era um imigrante ilegal, autorizado a entrar no país por Joe Biden e que recebeu uma carta de condução comercial graças às políticas de fronteiras abertas, aos políticos e à Califórnia. Os médicos disseram que Dalilah nunca mais conseguiria andar ou falar, nem ter uma vida normal. Ela nem sequer conseguiria voltar a comer. Mas, contra todas as expectativas, ela está agora na primeira classe, a aprender a andar. E está aqui esta noite com o seu pai, Marcus, um homem fantástico. Dalilah, por favor. És uma grande inspiração. Por favor, levante-se. Obrigada, Dalilah.


Muitos, se não a maioria, dos imigrantes ilegais não falam inglês e não conseguem ler nem mesmo os sinais de trânsito mais básicos, como a condução, a velocidade, o perigo ou a localização. É por isso que esta noite estou a pedir ao Congresso que aprove aquilo a que chamaremos a Lei Dalilah – proibindo qualquer estado de conceder cartas de condução comerciais a imigrantes ilegais.

E ontem, como provavelmente viram na Casa Branca, realizei uma cerimónia com americanos que perderam os seus entes queridos devido ao flagelo da imigração ilegal. As pessoas entraram no nosso país. Como permitimos que isso acontecesse com as nossas fronteiras abertas? Estas são as mães e as famílias que, durante décadas, o nosso governo traiu e os nossos média ignoraram completamente. Completamente. Foi terrível. Custa a acreditar, na verdade. Em 2023, Lizbeth Medina, uma cheerleader de 16 anos do liceu, deveria atuar no desfile de Natal da sua cidade, mas nunca chegou. A sua mãe, Jacqueline, foi a casa procurá-la e encontrou-a morta numa banheira, a sangrar abundantemente após ter sido esfaqueada 25 vezes. O assassino de Lizbeth era um imigrante ilegal que já tinha sido preso e que invadiu a casa e, brutalmente, simplesmente, extinguiu a luz mais brilhante da vida da sua família. Violenta e cruelmente. A sua mãe, de coração partido, está na galeria para lembrar a todos nesta câmara exatamente porque é que estamos a deportar criminosos imigrantes ilegais. O nosso país teve números recorde, e estamos a livrar-nos deles o mais rapidamente possível. Não os queremos. Muito obrigada, Jacqueline. Obrigada.

Não podemos nunca esquecer que muitos nesta sala não só permitiram que a invasão da fronteira acontecesse antes de eu me envolver, como, na verdade, fariam tudo de novo se tivessem oportunidade. Se fossem eleitos, abririam essas fronteiras a alguns dos piores criminosos do mundo. A única coisa que impede os americanos de terem uma fronteira totalmente aberta neste momento é o presidente Donald J. Trump e os nossos grandes patriotas republicanos no Congresso. Obrigado. Enquanto falamos, os Democratas nesta Câmara cortaram todo o financiamento do Departamento de Segurança Interna. Tudo cortado, tudo cortado. Instituíram mais uma paralisação do governo, a primeira custou-nos dois pontos percentuais do PIB. Dois pontos percentuais que perdemos no PIB, o que provavelmente os deixou bastante satisfeitos. Agora, fecharam a agência responsável por proteger os americanos de terroristas e assassinos. Esta noite, exijo a restauração total e imediata de todo o financiamento para a segurança das fronteiras, a segurança interna dos Estados Unidos e também para ajudar as pessoas a limpar a neve. Não temos dinheiro por causa dos democratas, e seria bom tê-lo. Gostaríamos muito de ajudar na limpeza, mas vocês não contribuíram financeiramente. Ninguém está a receber nada. É uma vergonha. Então, precisam de pensar sobre o assunto. Caso não saibam, estamos perante uma grande queda de neve. Uma das grandes vantagens do discurso sobre o Estado da União é a oportunidade que os americanos têm de ver claramente aquilo em que os seus representantes realmente acreditam. Por isso, esta noite, convido todos os legisladores a juntarem-se à minha administração para reafirmar um princípio fundamental. Se concordam com esta afirmação, levantem-se e demonstrem o vosso apoio: o primeiro dever do governo americano é proteger os cidadãos americanos, e não os imigrantes ilegais.

Não é uma vergonha? Vocês deviam ter vergonha de não se levantarem. Deviam ter vergonha. É por isso que também vos peço que acabem com as cidades-santuário mortais que protegem os criminosos e que imponham penas severas para os funcionários públicos que impeçam a deportação de imigrantes ilegais criminosos. Em muitos casos, são traficantes de droga, assassinos por todo o país. Estão a impedir a deportação dessas pessoas. E deviam ter vergonha de si mesmos.


E talvez o mais importante, peço-lhe que aprovem o SAVE America Act, para impedir que os imigrantes ilegais e outras pessoas sem permissão votem nas nossas sagradas eleições americanas. A fraude eleitoral é galopante. É desenfreada. É muito simples. Todos os eleitores devem apresentar documento de identificação. Todos os eleitores devem comprovar a cidadania para votar. E basta de votos por correspondência fraudulentos, exceto em casos de doença, deficiência, serviço militar ou viagens. Nenhum. E isso deveria ser fácil e, já agora, as sondagens indicam 89% de aprovação, incluindo entre os democratas, 89%. E até o novo presidente da Câmara comunista da cidade de Nova Iorque... Acho que é um tipo porreiro, aliás, falo bastante com ele. Más políticas, mas ele é um tipo porreiro. Acabou de dizer que querem pessoas para limpar a neve. A cidade foi duramente atingida. Querem que as pessoas limpem a neve. Mas se se candidatarem a este emprego, precisam de apresentar dois documentos de identidade originais e o cartão da Segurança Social.

No entanto, não querem identificação para o maior privilégio de todos: votar nos Estados Unidos. Não, isto não serve, não serve. Tanto os republicanos como os democratas concordam em grande parte com a política que acabámos de enunciar, e o Congresso deveria unir-se e aprovar esta legislação sensata, que salvará o país, neste momento. E deveria ser antes de qualquer outra coisa acontecer.

E a razão pela qual não querem fazer isso, porque é que alguém não quereria identificação para votar? Um motivo: porque querem defraudar. Só há um motivo. Inventam todo o tipo de desculpa. Dizem que é racista. Inventam coisas. Até dá para imaginar a imaginação deles. Querem fraudar, já fraudaram, e a sua política é tão má que a única forma de se elegerem é fraudando. E nós vamos impedir isso. Temos de impedir isso, John.

E aqui está mais uma oportunidade para demonstrarmos bom senso no governo.

Na galeria, esta noite, estão Sage Blair e a sua mãe, Michele. Em 2021, Sage tinha 14 anos quando os funcionários da escola na Virgínia tentaram fazer a sua transição social para um novo género, tratando-a como um rapaz e escondendo-a dos pais. Custa a acreditar, não é? Pouco tempo depois, confusa, Sage fugiu de casa. Depois de ter sido encontrada numa situação horrível em Maryland, um juiz de esquerda recusou-se a devolvê-la aos pais porque estes não disseram imediatamente que a sua filha era seu filho. Sage foi atirada para um reformatório estadual só para rapazes e sofreu terrivelmente durante muito tempo. Mas hoje, tudo isso ficou para trás. Porque a Sage é uma jovem orgulhosa e maravilhosa, com uma bolsa integral para a Universidade Liberty. Sage e Rachelle, por favor, levantem-se. E obrigada pela sua grande coragem.


E quem pode acreditar que ainda estamos a falar de coisas destas? Há 15 anos, se alguém estivesse aqui e dissesse isso, diria: "O que é que ele tem?" Mas agora precisamos de falar sobre isto porque está a acontecer em vários estados. Nem sequer estão a contar aos pais. Mas certamente todos concordamos que nenhum estado pode ter permissão para arrancar crianças dos braços dos seus pais e realizar a transição de género contra a sua vontade. Quem acreditaria que estamos sequer a discutir isto? Precisamos de proibir isto, e precisamos de proibir imediatamente.

Ninguém se manifesta, estas pessoas são loucas. Eu digo-lhes que são loucas. Incrível. Uau! Temos a sorte de viver num país com pessoas assim — os Democratas estão a destruir o nosso país. Mas conseguimos impedir isso mesmo a tempo, não é?

Ninguém se preocupa mais com a proteção da juventude americana do que a nossa maravilhosa Primeira-Dama. Agora uma estrela de cinema, uma estrela de cinema. Quem diria?


Ao longo do último ano, ela teve um impacto incrível ao defender a legislação sobre inteligência artificial, ao promover uma ordem executiva histórica sobre o acolhimento familiar e ao ajudar a garantir 30 milhões de dólares para lançar a Iniciativa Melania Trump para a Independência dos Jovens Acolhidos. É algo tremendo, realmente tremendo, que aconteceu e que teve muito apoio bipartidário. Ela recebe muito mais apoio bipartidário do que eu. Eu não recebo nenhum, ela recebe muito. Algum dia, terá de me contar como conseguiu isso. E estudantes e educadores de todos os estados juntaram-se aos esforços da Primeira-Dama no desafio presidencial da IA, mantendo a próxima geração da América preparada para ter sucesso e prosperar no futuro. Esta noite, damos as boas-vindas a dois jovens cujas vidas refletem o impacto da Primeira-Dama: Sierra Burns e Everest Nevraumont. Obrigada a ambos. E Melania, obrigada. Eu sei o quanto trabalhou nisso.

Muito obrigada. Tenho muito orgulho em dizer que, durante o meu mandato, tanto nos primeiros quatro anos como, em particular, neste último ano, houve uma tremenda renovação na religião, na fé, no cristianismo e na crença em Deus. Isto é especialmente verdade entre os jovens, e grande parte deve-se ao meu grande amigo Charlie Kirk. Um grande rapaz. Um grande rapaz.

No ano passado, Charlie foi brutalmente assassinado. E martirizado, de facto, martirizado pelas suas crenças. A sua querida esposa, Erika, está connosco esta noite. Erika, por favor, levante-se. Obrigada. Erika, muito obrigada.



Em memória de Charlie, devemos unir-nos para reafirmar que a América é uma nação sob Deus. E devemos rejeitar totalmente a violência política de qualquer tipo. Adoramos a religião e adoramos trazê-la de volta. E ela está a regressar a níveis que ninguém imaginava ser possível. É realmente bonito de se ver. Acima de tudo, cumprir a promessa da América exige manter as nossas comunidades seguras. Fizemos progressos incríveis, mas criminosos reincidentes perigosos continuam a ser libertados vezes sem conta por políticos democratas pró-crime.

É uma honra para nós ter connosco esta noite uma mulher que passou pelo inferno, Anna Zarutska. Em 2022, ela e a sua linda filha — tão bonita, que bela jovem — Iryna fugiram da Ucrânia devastada pela guerra para viver com familiares perto de Charlotte, na Carolina do Norte. Já agora, o que está a acontecer com Charlotte? No verão passado, Iryna, de 23 anos, regressava a casa de comboio quando um monstro desequilibrado, que tinha sido preso mais de uma dúzia de vezes e libertado sem pagar fiança, se levantou e esfaqueou-a brutalmente no pescoço e no corpo. Ninguém jamais esquecerá. Havia pessoas naquele comboio. Nunca ninguém esquecerá a expressão de terror no rosto de Iryna quando olhou para o seu agressor nos últimos segundos da sua vida. Ela morreu instantaneamente. Tinha escapado a uma guerra brutal, apenas para ser assassinada por um criminoso endurecido, libertado para matar na América. Entrou por fronteiras abertas. senhora Zarutska, esta noite, prometo-lhe, garantiremos justiça para a sua magnífica filha, Iryna.


Como é que não se levantam, como é que não se levantam? Estou a pedir a este Congresso que aprove uma legislação rigorosa para garantir que os criminosos violentos e perigosos reincidentes sejam colocados atrás das grades e, principalmente, que lá permaneçam.

No verão passado, mobilizei a nossa Guarda Nacional e as forças policiais federais para restabelecer a lei e a ordem nas nossas cidades mais perigosas, incluindo Memphis, no Tennessee — um grande sucesso. Nova Orleães, Louisiana. Um grande sucesso também na capital do país, Washington, D.C., onde praticamente não temos mais crimes. Como é que isso aconteceu? De facto, a criminalidade em Washington está agora no nível mais baixo alguma vez registado, e os homicídios em janeiro deste ano caíram quase 100% em relação ao ano anterior. Eles não gostam de ouvir isso.

Uma das bravas militares que ajudou a alcançar esta impressionante reviravolta foi Sarah Beckstrom, uma especialista de 20 anos da Guarda Nacional do Exército da Virgínia Ocidental. Após um destacamento de quatro meses, ela prolongou o seu serviço voluntariamente. A sua patente seria promovida, ela estava a sair-se muito bem e todos estavam muito orgulhosos dela. Mas, no dia seguinte, enquanto patrulhava a Casa Branca, foi emboscada e baleada na cabeça por um terrorista afegão. Ele não deveria estar no nosso país. E tudo porque ela vestia o uniforme da nossa nação. Ela foi baleada. Ele viajou para aqui porque não gostava que as pessoas vestissem o nosso uniforme. Era doente e desequilibrado. Não deveria estar no nosso país. Sarah Beckstrom morreu para defender a nossa capital, e é uma honra para nós estarmos aqui com os seus maravilhosos pais, Gary e Evalea. A sua filha era uma verdadeira patriota americana e vai fazer muita falta. Era uma pessoa incrível. Vi reportagens sobre ela, nunca viram nada assim. Sinto muito. Muito obrigada. Uma jovem incrível. Vi reportagens que diziam: perfeita, ela é perfeita.

A prestar serviço ao lado de Sarah naquele dia estava o sargento Andrew Wolfe. O terrorista alvejou Andrew na cabeça, e ninguém pensava que pudesse sobreviver. Os dois, Sarah e Andrew, foram violentamente atingidos na cabeça. Não se esperava que nenhum dos dois sobrevivesse. Nem sequer lhes deram uma oportunidade. Exceto a sua maravilhosa mãe, chamada Melanie, com quem conversei nessa mesma noite, e ela estava tão otimista. Os médicos pensavam que Andrew tinha morrido, mas a mãe disse: “Não, não, sr. presidente, o Andrew vai ficar bem. Ele vai sobreviver”. Nunca vi nada assim. Quer dizer, quase não lhe deram qualquer hipótese. Ela disse: “Não tenho dúvidas, senhor, ele vai ficar bem.” Foi esta a conversa que tive com ela nessa noite, com o filho deitado na cama, todo ensanguentado. Todos estavam a rezar. Ela disse: “Senhor, ele vai ficar bem.” Os médicos não perceberam o que ela estava a dizer e, depois de ver os resultados dos danos, eu também não. Era tão forte e convicta que até o pai do Andrew achou que ela não compreendia a gravidade da situação, mas, no final de contas, tinha razão. Certo, Melanie? Ela tinha razão.

Incrível, na verdade. Eu disse: "De onde vem esta mulher? É a pessoa mais positiva que já conheci!". Com a ajuda de Deus, Andrew lutou bravamente e voltou da beira da morte. E estamos a falar de estar à beira da morte, a caminho de uma recuperação milagrosa. Ainda tem um pouco de trabalho pela frente, mas está ótimo. Que bom ver-te... ele é um rapaz bonito. Que bom ver-te. Obrigada, André. Muito obrigada.


Então, Andrew, agora é a tua vez. Pedirei ao respeitado general James Seward que entregue ao sargento Andrew Wolfe e à querida família de Sarah Beckstrom a homenagem criada pelo nosso saudoso e grande presidente, George Washington. Chama-se Coração Púrpura.

Amamos todos vocês. Amamos-vos.

Estamos orgulhosamente a restaurar a segurança dos americanos em casa e também a segurança dos americanos no estrangeiro. O nosso país nunca esteve tão forte. Nos meus primeiros 10 meses, terminei oito guerras, incluindo a do Cambodja.

Não é irónico? Vocês são doentes.

Camboja e Tailândia. O Paquistão e a Índia teriam entrado em guerra nuclear. 35 milhões de pessoas, disse o primeiro-ministro do Paquistão, teriam morrido se não fosse a minha intervenção. Kosovo e Sérvia, Israel e Irão, Egipto e Etiópia. Arménia e Azerbaijão, Congo e Ruanda. E, claro, a guerra em Gaza, que prossegue a um nível muito baixo. Está quase. E quero agradecer ao Steve Witkoff e ao Jared Kushner pela ajuda. Obrigado, Steve. Obrigado, Jared.


E quero também agradecer ao homem a quem reportam como secretário de Estado. Marco Rubio.

Obrigado. Obrigado. Pessoas como vocês. Sabem, o Marco obteve 100% dos votos na sua confirmação — penso que na seguinte foi cerca de 54%. E alguns democratas estão a dizer agora: "Não acredito que aprovámos este tipo". E ele disse: "É uma honra que eles pensem assim". Certo, Marco? Fez um ótimo trabalho, um ótimo secretário de Estado. Penso que será recordado como o melhor de todos os tempos. Sob o cessar-fogo, negociei o regresso de todos os reféns, vivos e mortos. Vocês acreditam nisso?

Ninguém pensava que fosse possível. Ninguém pensava que isso fosse possível.

Vivos e mortos. E aqueles pais que perderam um filho, o seu menino, diziam-me sempre que o queriam de volta como se estivesse vivo. Foi um período incrível. E eles voltaram. E quando recuperámos todos os reféns vivos, e muitos, muitos antes deles... Mas eu sempre disse que os últimos 20 seriam muito difíceis. Mas conseguimos resgatar muitas, muitas centenas. Mas eu dizia que os últimos 20 seriam difíceis. Conseguimos recuperá-los, mas só recuperámos 14 ou 15 dos 28 mortos.

E acreditem ou não, o Hamas trabalhou em conjunto com Israel e eles cavaram, cavaram e cavaram. É uma tarefa árdua, vasculhar corpos por todo o lado, deixando por vezes para trás 100 corpos por cada um que encontravam.

Foi um trabalho árduo, mas finalmente conseguiram encontrar 27 soldados, e depois o Steve e o Jared chegaram a 28. Encontraram os 28. Ninguém pensava que fosse possível, mas conseguimos. Lembro-me da família do 28.º soldado; estavam muito tristes, mas também muito felizes, tão felizes quanto é possível estar, por terem o seu filho de volta. A mãe disse: "Senhor, temos o nosso filho de volta". Que período difícil! Mas conseguimos encontrar todos, por isso muito obrigado a ambos.

E estamos a trabalhar arduamente para acabar com a nona guerra, a matança e o massacre entre a Rússia e a Ucrânia, onde 25 000 soldados morrem todos os meses — pensem nisto, 25 000 soldados a morrer por mês. Uma guerra que nunca teria acontecido se eu fosse presidente. Jamais teria acontecido.

Como presidente, procurarei a paz onde puder, mas nunca hesitarei em confrontar as ameaças à América onde quer que seja necessário. Por isso, numa operação inovadora em junho passado, as forças armadas dos Estados Unidos destruíram o programa de armas nucleares do Irão com um ataque em solo iraniano conhecido como Operação Martelo da Meia-Noite. Durante décadas, a política dos Estados Unidos foi nunca permitir que o Irão obtivesse uma arma nuclear. Muitas décadas. Desde que assumiram o controlo daquela orgulhosa nação, há 47 anos, o regime e os seus aliados assassinos não têm espalhado nada além de terrorismo, morte e ódio. Mataram e mutilaram milhares de militares norte-americanos e centenas de milhares, até milhões de pessoas.

Com o que chamamos bombas de beira de estrada. Eram os reis das bombas de beira de estrada. E eliminámos Soleimani. Eu fiz isso durante o meu primeiro mandato. Teve um impacto enorme. Era o pai da bomba de beira de estrada. E só nos últimos dois meses, com os protestos, mataram pelo menos, ao que parece, 32 mil manifestantes — 32 mil manifestantes no seu próprio país. Dispararam sobre eles e os enforcaram. Impedimos que enforcassem muitos deles com a ameaça de violência grave.

Mas estas pessoas são terríveis. Já desenvolveram mísseis que podem ameaçar a Europa e as nossas bases no estrangeiro, e estão a trabalhar para construir mísseis que em breve chegarão aos Estados Unidos da América. Após a Operação Martelo da Meia-Noite, foram avisadas para não fazerem mais nenhuma tentativa de reconstruir o seu programa de armamento, em particular armas nucleares, mas continuam. Estão a recomeçar do zero. Nós destruímo-lo e eles querem recomeçar tudo de novo e, neste momento, estão novamente a perseguir as suas ambições sinistras. Estamos em negociações com eles. Querem fazer um acordo, mas ainda não ouvimos aquelas palavras secretas: "Nunca teremos uma arma nuclear". A minha preferência é resolver este problema através da diplomacia. Mas uma coisa é certa: nunca permitirei que o maior patrocinador do terrorismo do mundo, que são de longe, tenha uma arma nuclear. Não posso deixar que isso aconteça.

E nenhuma nação deveria alguma vez duvidar da determinação dos Estados Unidos. Temos as forças armadas mais poderosas da Terra. Reconstruí as forças armadas no meu primeiro mandato. Vamos continuar a fazê-lo também, que é garantir um orçamento de um bilião de dólares. Não temos escolha. Precisamos de ser fortes, porque esperamos que raramente precisemos de usar este grande poder que construímos juntos. É o que chamamos paz pela força, e isso tem-se mostrado muito, muito eficaz.

Portanto, graças aos republicanos no Congresso, estamos a investir esta quantia recorde de dólares — não temos escolha — nas Forças Armadas dos Estados Unidos, criando também muitos empregos, mas nem sequer o estamos a fazer por esse motivo. Porque, como disse, temos mais empregos, mais pessoas a trabalhar hoje do que alguma vez na história do nosso país. E os países da NATO, nossos amigos e aliados — são nossos amigos e aliados — acabaram de concordar, a meu insistente pedido, em pagar 5% do PIB para a defesa militar, em vez dos 2% que não pagavam; pagávamos quase tudo. Agora estão a pagar 5%, em vez de não pagarem 2%. E conseguir esses 5% era algo que todos diziam ser impossível, que nunca iria acontecer. Conseguimos com muita facilidade, em apenas uma reunião. E uma grande diferença entre os 2% que não eram pagos, nós estávamos a pagar o custo de muitos deles, muito poucos eram pagos, agora 5% são pagos. E tudo o que enviamos para a Ucrânia é enviado através da NATO e eles pagam-nos na totalidade. Eles pagam-nos totalmente, todos os ramos das nossas Forças Armadas estão a bater recordes de recrutamento. Isto é tão emocionante.

E todos os militares. E todos os militares receberam recentemente um dividendo de guerreiro de 1776 dólares. Sabem, desocuparam a minha secretária, conseguimos o dinheiro das tarifas e outras coisas, muito dinheiro que temos, muito mais dinheiro do que as pessoas imaginam, precisamos de reconstruir um pouco este programa, mas não vai demorar muito. Mas recebemos todo o dinheiro e eram 1775 dólares e eles queriam a minha aprovação. E eu disse, qual é o valor? 1775 dólares. Eu disse, espera um minuto, por mais um dólar, podemos ter 1776 dólares. Eu disse, vamos dar um jeito a isto. Nunca perguntei a ninguém se podíamos suportar isso. Mais um dólar. Eu disse 1776 dólares. E eu disse que está ótimo. E vou dizer-vos uma coisa, as nossas Forças Armadas, isto foi há quatro meses, nunca vi uma pessoa nas Forças Armadas que não me agradecesse por isso. Então, é uma honra fazê-lo. Eles merecem. E chamamos-lhe "1776". Foi ótimo. E nós amamos as nossas Forças Armadas. Nós amamos as nossas forças policiais. Adoramos os bombeiros. Os bombeiros não são suficientemente mencionados. Adoramos os bombeiros.

Estamos também a restaurar a segurança e a supremacia americana no Hemisfério Ocidental, agindo para garantir os nossos interesses nacionais e defender o nosso país da violência, das drogas, do terrorismo e da interferência estrangeira há anos. Grandes extensões de território na nossa região, incluindo grandes partes do México, partes realmente grandes do México, foram controladas por cartéis de droga assassinos. É por isso que designei estes cartéis como organizações terroristas estrangeiras e declarei o fentanil ilícito como uma arma de destruição maciça. E com a nossa nova campanha militar, impedimos a entrada de quantidades recorde de droga no nosso país e praticamente interrompemos completamente a entrada por água ou mar, provavelmente já repararam nisso. Também prejudicámos seriamente a indústria pesqueira deles. Já ninguém quer pescar. Também detivemos um dos mais sinistros chefes de cartel de todos. Vocês viram isto ontem.

Em janeiro, em janeiro, guerreiros de elite americanos realizaram um dos mais complexos e espetaculares feitos de competência e poder militar da história mundial. Nunca ninguém viu nada igual. Os líderes estrangeiros, não vou dizer quem, ligaram-me e disseram: "Muito impressionante, muito impressionante". Não conseguiam acreditar, todos assistiram, viram o que aconteceu. Esta é uma força de combate diferente daquela que tínhamos há anos, quando lutávamos para empatar. É uma grande força de combate. Tenho muito orgulho dela. Veja a Força Espacial. A Força Espacial é o meu bebé. À medida que fizemos isso, o meu bebé está a tornar-se muito importante. E as Forças Armadas dos Estados Unidos dominaram todas as defesas e derrotaram completamente um inimigo — bons combatentes — para acabar com o reinado do ditador ilegal Nicolás Maduro e levá-lo à justiça americana. E esta foi uma vitória absolutamente colossal para a segurança dos Estados Unidos. Um novo começo brilhante para o povo da Venezuela. Estamos a trabalhar em estreita colaboração com a nova presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, para gerar ganhos económicos extraordinários para os nossos dois países e trazer uma nova esperança para aqueles que sofreram tanto. Eles realmente sofreram.

Connosco esta noite está Alejandra Gonzalez. Cresceu numa família venezuelana muito unida e era especialmente próxima do seu querido tio Enrique. Mas depois de Enrique se ter candidatado a um cargo político e se ter oposto a Maduro, foi raptado pelas forças de segurança de Maduro e atirado para a infame prisão do regime em Caracas. Alejandra receava nunca mais ver o tio. Também temia pela sua própria vida. Mas desde a operação, temos trabalhado com a nova liderança, e eles ordenaram o encerramento daquela prisão vil e já libertaram centenas de presos políticos, com mais por vir.

Alejandra, tenho o prazer de lhe informar que o seu tio não só foi libertado, como está aqui esta noite. Trouxemo-lo para celebrar a sua liberdade consigo pessoalmente. Enrique, por favor, desça. Obrigada, Enrique. Divirta-se. Que bom tê-lo de volta, Enrique.



Havia muitos heróis naquela operação de janeiro para capturar Maduro. Heróis realmente incríveis. Foi muito perigoso. Eles sabiam que nós estávamos a chegar. Estavam preparados. Mas os feitos de um guerreiro nessa noite viverão para sempre nos anais eternos da bravura militar. O subtenente Eric Slover planeou a missão e liderou o voo no cockpit do primeiro helicóptero. Um helicóptero grande, bonito e potente. Era um Chinook imponente, transportando, como se pode imaginar, muitos, muitos soldados americanos usando as placas de identificação que a sua mulher, Amy, tinha abençoado com água benta antes de ele partir. Ela sabia que seria uma missão difícil. Eric pilotou o Chinook sob a cobertura da noite e desceu rapidamente sobre a fortaleza militar fortemente protegida de Maduro. Esta era uma importante instalação militar, protegida por milhares de soldados e vigiada por tecnologia militar russa e chinesa. Como é que isso terminou? Não muito bem.

Enquanto se preparava para aterrar, as metralhadoras inimigas dispararam de todos os lados. Eric foi atingido, gravemente, na perna e na anca, uma bala após outra. Absorveu quatro tiros agonizantes, que lhe dilaceraram a perna em inúmeros pedaços. Ainda assim, apesar de o uso das pernas ser vital para o sucesso do voo do helicóptero, Mike disse que a parte mais importante de pilotar um helicóptero para levar os vários comandantes que iriam capturar e deter Maduro era a única coisa em que Eric pensava. E mesmo enquanto jorrava sangue, que escorria pelo corredor, o helicóptero aterrou num ângulo acentuado. As metralhadoras estavam mesmo à sua frente. Dois artilheiros que escaparam à fúria dos aviões anteriores. Eric manobrou o seu helicóptero com todas aquelas vidas e almas para enfrentar o inimigo e deixou que os seus artilheiros eliminassem a ameaça, virando o helicóptero para que os artilheiros pudessem tratar do assunto, salvando a vida dos seus companheiros de um possível acidente catastrófico em território inimigo.

Só depois de aterrar o helicóptero em segurança, com todos os soldados a bordo, no local exato, o que era vital para a missão, é que provavelmente isso teria acontecido. Talvez a missão tivesse de ser cancelada se tal não tivesse ocorrido. Eric disse ao seu copiloto, também ferido, mas não tão gravemente, para assumir o controlo. Estava quase a desmaiar. O sucesso de toda a missão e a vida dos seus companheiros dependiam da capacidade de Eric para suportar a dor lancinante. Era inacreditável o que lhe tinha acontecido às pernas. Levou tantos tiros e continuou a voar e a pousar. As pessoas sabiam o que estava a acontecer. Todos os que estavam na parte de trás do helicóptero sabiam porque tinham visto o sangue a escorrer pelo corredor. O subtenente Slover ainda está a recuperar dos seus ferimentos graves, mas estou muito feliz por dizer que está aqui esta noite com a sua esposa, Amy. Eric e Amy, entrem. Temos uma surpresa, Eric e Amy. Em reconhecimento das ações de Eric, que foram além do seu dever, gostaria de pedir ao general Jonathan Braga que entregue ao subtenente Slover a mais alta condecoração militar da nossa nação, a Medalha de Honra do Congresso.



Muito obrigado, Eric e Amy. Foi um prazer conhecê-los. Encontrei-me com eles e com muitos dos seus companheiros de armas em Fort Bragg recentemente. Reparem no nome Fort Bragg. Nós recuperamo-lo. Nós trouxemo-lo de volta. Vencemos a Primeira Guerra Mundial com ele, a Segunda Guerra Mundial com ele, e depois decidiram mudar o nome. Mas nós mudámo-lo de volta. Todos queriam que fosse mudado também. E 10 companheiros de armas de Eric dessa incrível noite de vitória também receberão medalhas numa cerimónia privada que será realizada em breve na Casa Branca. E será.

Obrigado, Eric. Essa é uma grande honra. Esta noite, celebramos muitos patriotas americanos verdadeiramente extraordinários. Mas há uma última lenda viva para homenagear antes de terminarmos. Trata-se de mais um herói da aviação americana, o piloto de caças da Marinha Royce Williams, que serviu na Segunda Guerra Mundial, na Guerra da Coreia e na Guerra do Vietname, realizando mais de 220 missões nos céus da Coreia. Em 1952, Royce participou no combate aéreo da sua vida. Um combate aéreo lendário. Voando no meio de uma tempestade de neve, o seu esquadrão foi emboscado por sete caças soviéticos. Foi o seu primeiro combate aéreo na guerra e, apesar de estar em grande desvantagem numérica e de armamento, Royce liderou o abate de quatro jatos inimigos e quase destruiu os outros, vencendo os seus adversários enquanto levava 263 tiros no seu próprio avião e ficava gravemente ferido. A sua história permaneceu um segredo durante mais de 50 anos. Nem queria contar à sua mulher, mas a lenda cresceu cada vez mais. Mas esta noite, aos 100 anos de idade, este bravo capitão da Marinha está finalmente a receber o reconhecimento que merece. Já era uma lenda muito antes desta noite. Royce, por favor, levante-se e pedirei à primeira-dama dos Estados Unidos que entregue ao capitão Royce Williams a Medalha de Honra do Congresso.


Obrigado, Eric. Sempre quis receber a Medalha de Honra do Congresso, mas fui informado de que não posso concedê-la a mim mesmo e não saberia por que a receberia. Mas se alguma vez alterarem essa lei, estarei lá com vocês algum dia. Mas sabem, essa é a nossa maior honra, a Medalha de Honra do Congresso. E isso é algo muito importante. É uma honra estar na mesma sala que vocês. Muito obrigado a ambos. Obrigado.

Obrigado. Duzentos e cinquenta anos é muito tempo na vida de uma nação. Mas, por outro lado, é apenas um instante no olhar da história. Dois dos senhores que conhecemos na galeria esta noite deram os primeiros suspiros há um século. Cem anos antes disso, a 4 de julho de 1826, o autor da Declaração da Independência, o brilhante Thomas Jefferson, deu o seu último suspiro. Apenas uma longa vida humana separa os gigantes que declararam e conquistaram a nossa independência dos heróis que estão entre nós esta noite.

Tudo o que a nossa nação fez, tudo o que conquistámos, foi obra daquelas poucas grandes gerações. Nestes breves capítulos, os americanos construíram esta nação, desde 13 humildes colónias até ao ápice da civilização e da liberdade humanas. A nação mais forte, mais rica, mais poderosa e mais bem-sucedida de toda a história. Os americanos aventuraram-se pelo continente, um lugar assustador e perigoso. Abrimos caminho através de uma região selvagem implacável, colonizamos uma fronteira sem limites e domamos o belo, mas muito, muito perigoso, Velho Oeste. De pântanos áridos e vastas planícies, erguemos as maiores cidades do mundo. Juntos, dominamos as indústrias mais poderosas do planeta, quebramos as monstruosas tiranias da história. E libertamos milhões das correntes do fascismo, do comunismo, da opressão e do terror.

Os americanos elevaram a humanidade aos céus, nas asas de alumínio e aço. E depois lançamos a humanidade às estrelas em foguetões movidos pela pura vontade americana e pelo inabalável orgulho americano. Ligamos o globo com a nossa engenhosidade. Cativamos o planeta com a cultura americana e agora estamos a liderar as próximas grandes conquistas americanas que mudarão o mundo inteiro. Tudo isto, e muito mais, é o legado duradouro, a glória incomparável dos patriotas trabalhadores que construíram e defenderam este país e que ainda hoje carregam as esperanças e as liberdades nos ombros de toda a humanidade. Durante anos, foram esquecidos, traídos e descartados. Mas essa grande traição acabou, e eles nunca mais serão esquecidos. Porque quando o mundo precisa de coragem, ousadia, visão e inspiração, ainda se vira para a América.

E quando Deus precisa de uma nação para realizar os seus milagres, Ele sabe exatamente a quem pedir. Não há desafio que os americanos não consigam superar, nenhuma fronteira demasiado vasta para conquistarmos, nenhum sonho demasiado ousado para perseguirmos, nenhum horizonte demasiado distante para alcançarmos. Pois o nosso destino está escrito pela mão da Providência. E estes primeiros 250 anos foram apenas o início. Das agrestes cidades fronteiriças do Texas às aldeias do interior do Michigan, das praias ensolaradas da Florida às intermináveis ​​colinas das Dacotas, e das ruas históricas de Filadélfia até aqui mesmo, na capital do nosso país, Washington, D.C., a era dourada da América está sobre nós.

A revolução que começou em 1776 não terminou. Continua porque a chama da liberdade e da independência ainda arde no coração de cada patriota americano, e o nosso futuro será maior, melhor, mais brilhante, mais ousado e mais glorioso do que nunca. Obrigado. Que Deus vos abençoe e que Deus abençoe a América.

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