Cabaz alimentar atinge novo máximo histórico e custa quase 260 euros


As pessoas já têm de escolher entre comprar sapatos ou pão e água…

O preço do cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste voltou a subir esta semana, fixando-se nos 259,52 euros, o valor mais elevado desde o início da análise, em 2022

O cabaz alimentar acompanhado pela DECO PROteste custa, esta semana, 259,52 euros, mais 1,57 euros do que na semana anterior. Apesar do aumento ser inferior ao registado na semana passada, que rondou os três euros, trata-se de um novo máximo histórico desde que a organização iniciou a monitorização, em janeiro de 2022.

Desde o início de 2026, o mesmo cabaz composto por 63 produtos já encareceu 17,69 euros, o equivalente a uma subida de 7,32%. Em comparação com o mesmo período do ano passado, os consumidores pagam mais 22,65 euros (um aumento de 9,56%). Já face ao início de 2022, a diferença é ainda mais expressiva: mais 71,82 euros, o que representa um agravamento de 38,26%.

Na última semana, entre 8 e 15 de abril, os maiores aumentos percentuais registaram-se no pão de forma, que subiu 12% para 2,62 euros, nas cebolas, com uma subida de 11% para 1,43 euros por quilo, e na alface frisada, que aumentou 8%, custando agora 2,59 euros.

Em termos homólogos, ou seja, comparando com o mesmo período do ano passado, destacam-se aumentos significativos na couve-coração (49%, para 2,08 euros/kg), no carapau (48%, para 6,30 euros/kg) e nos brócolos (47%, atingindo 3,94 euros).

Desde o início da análise, a 5 de janeiro de 2022, os produtos que mais encareceram foram a carne de novilho para cozer, com um aumento de 126% (13,15 euros/kg), a couve-coração, que subiu 109% (2,08 euros/kg), e os ovos, com uma subida de 84% (2,10 euros).

Fonte: 24 Notícias, 15 de abril de 2026

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