Jogador de basebol declarado culpado de abuso de menor, mas leva perdão e a mãe da vítima é presa
Bridget Williams, atriz, modelo, influenciadora digital e
atleta australiana nascida a 2 de janeiro de 2007
Tribunal
deu um perdão a Wander Franco, dos Tampa Bay Rays, por ter sido alvo de
extorsão e chantagem por parte da mãe da vítima, que foi condenada a dez anos
de prisão
O tribunal da República
Dominicana julgou um caso
complexo de exploração e abuso de menor, envolvendo um jogador de basebol dos
norte-americanos Tampa Bay Rays, Wander Franco, e a decisão do julgamento foi
surpreendente: Wander Franco foi considerado
culpado penalmente por abuso sexual e psicológico, mas foi eximido
de pena, enquanto a mãe da menor foi condenada a
dez anos de prisão por comercializar
sexualmente a filha, por extorsão e por chantagem. Ou seja,
apesar de considerado culpado, Wander Franco levou um perdão judicial e não
deverá cumprir pena, embora se aguarde ainda pela sentença completa do
tribunal, agendada para dia 16 de junho.
"Parece contraditório que se declare a responsabilidade
penal e, ao mesmo tempo, se isente de pena; o tribunal concedeu a Wander Franco
o perdão judicial devido às circunstâncias específicas que o colocaram na
posição de vítima material, mas não de vítima legal. É um raciocínio de
natureza lógico-jurídica", explicou o juiz José António Núñez.
Wander Franco tinha sido detido em janeiro de 2024, acusado
de manter uma relação com uma menor, de 14 anos,
e de transferir milhares
de dólares para a conta da mãe para consentir a relação. Antes, já tinha
sido declaração inocente das acusações de exploração sexual de menores e
tráfico de pessoas.
"Ainda não temos a sentença em mãos, mas ele foi isento
de pena porque o presidente do tribunal determinou que ele também era uma
vítima e, por isso, isentou-o de pena através de um perdão judicial",
comentou o advogado do jogador, Teodosio Jáquez.
O jogador, refira-se, tinha assinado em 2021 pelos Tampa Bay
Rays, por 11 anos e 182 milhões de dólares (156 milhões de euros). Quando se
soube da investigação, foi afastado da equipa e seis meses depois de ser detido
foi colocado na "lista restrita" do clube, deixando de receber
salário.
Fonte: O JOGO, 26 de maio de 2026

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