Mulher de Netanyahu chega a acordo com funcionária que a acusou de maus-tratos
Sara
Netanyahu terá atirado comida contra a empregada e segundo a mesma não foi a
primeira vez que sofreu este “tipo de humilhações”
A empregada que processou a mulher do primeiro-ministro
israelita, Benjamin Netanyahu, recebeu esta segunda-feira uma indemnização de 100 mil shekels (um pouco mais de 29 mil euros), após ter chegado
a um acordo para retirar as acusações, noticiou a imprensa local.
Na ação judicial que apresentou, a empregada alegava que
Sara Netanyahu (mulher de Benjamin Netanyahu) a tinha humilhado atirando-lhe tomates e azeitonas de uma salada que lhe tinha preparado.
A trabalhadora tinha interposto uma ação num tribunal de
Jerusalém contra o Estado e também contra a agência que a tinha contratado para
desempenhar as funções em causa.
Agora, caberá precisamente à
agência pagar a indemnização à mulher, cuja identidade permanece sob
anonimato, noticiou o diário The Times of Israel.
Como relatou a própria empregada, num dos dias em que serviu
o pequeno-almoço ao casal, Sara, "insatisfeita" com o que lhe tinha
sido servido, atirou-lhe o conteúdo da salada.
O processo em causa pormenorizava este "tipo de
humilhações" e denunciava "o desprezo" sofrido pela funcionária
em diversas ocasiões, durante os dois anos em que desempenhou funções.
Assim, a funcionária explicou que, num desses incidentes, a
própria Sara Netanyahu gritou com ela em frente ao primeiro-ministro,
acusando-a de "tentar prejudicar o casal".
Fonte: Expresso, 11 de maio de 2026

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