Tubarão retirado de água com vida para ser espancado até à morte em Rabo de Peixe


 Um tubarão-mako, com cerca de três metros de comprimento, foi morto em Rabo de Peixe, nos Açores, num caso que está agora a ser acompanhado pelas autoridades

A situação foi participada ao Ministério Público pela Organização Não Governamental (ONG) Animal, que denuncia que o animal terá sido agredido até à morte e exige o apuramento dos factos, bem como a identificação e responsabilização dos envolvidos.

A Animal refere, numa nota publicada nas redes sociais, que tomou conhecimento deste caso "através de imagens muitos chocantes e que mostram um tubarão a ser espancado até à morte na localidade de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel".

A ONG diz que enviou ofícios à GNR, Secretaria Regional do Mar e das Pescas, Inspeção Regional das Pescas e Câmara Municipal da Ribeira Grande, "exigindo o apuramento rigoroso dos factos, a identificação dos responsáveis e a sua responsabilização".

PAN/Açores descreve ação como "inarrável"

O PAN/Açores descreve como "inarrável a violência das imagens", atirando que ficou "severamente preocupados com a violência demonstrada no vídeo e com a total indiferença de quem a ela assiste, divulga e pratica, enquanto o animal, ainda vivo, se contorce em total agonia".

"No vídeo, é possível ver o animal, com cerca de três metros de comprimento, ainda vivo, a ser retirado da água com recurso a uma corda atada à barbatana caudal e a ser alvo de pauladas por dois homens, enquanto era arrastado pelas rochas do porto de pescas", disse a força política em nota de imprensa.

IRA fala em "destruição gratuita"

Quem também reagiu foi a IRA - Intervenção Resgate Animal, relatando este incidente como "destruição gratuita".

"Isto é ignorância. Em Rabo de Peixe, populares retiraram o que aparenta ser um Tubarão Mako do seu habitat, para o matarem de forma violenta e gratuita. Usaram ferros e facas para espancar o animal e sangrá-lo até à morte", referiu numa publicação nas redes sociais.

"Foi a banalização da violência contra quem não se pode defender. E enquanto isto acontece com pessoas a assistir — e até a participar — percebemos que o problema não está no mar… está em terra", atirou.

Fonte: SIC Notícias, 4 de maio de 2026

Os jovens portugueses quando impedidos de exercer livremente a sua natural homossexualidade – porque a mãe tem vergonha ou a namorada é ciumenta – arrecuam para a violência.

Na América, antes do colapso do movimento hippie no reino gay, os jovens também apresentavam tendências violentas; tendências que Pete Hegseth quer atualmente restaurar nos “guerreiros" americanos.

O público de Alice Cooper matou uma galinha durante um concerto

O rocker revela o que realmente aconteceu durante a sua infame atuação de 1969 no Rock and Roll Revival Festival de Toronto, no programa "Biografia: Alice Cooper" do canal A&E

Alice Cooper recorda um incidente envolvendo uma galinha que causou bastante polémica.

No novo episódio de "Biografia: Alice Cooper" do canal A&E, que vai para o ar no domingo, 23 de junho, o rocker, de 76 anos, conta como, a certa altura da atuação da sua banda no Rock and Roll Revival Festival de Toronto, em 1969, olhou para baixo e viu "uma galinha em palco".

"Lembrem-se que sou de Detroit", diz no episódio. "Nunca tinha estado numa quinta na minha vida. Tinha asas, tinha penas, devia voar. Peguei na galinha e atirei-a para o público, imaginando que voaria para longe e alguém a levaria para casa e lhe chamaria Alice Cooper."

Em vez disso, Cooper — que ainda não era um nome conhecido na altura do festival — percebeu que as galinhas "não voam tanto como caem".

"Atirei-a para lá, e ela caiu diretamente na plateia", diz. "O público despedaçou-a. Era o festival da paz e do amor. Despedaçaram-na e atiraram-na de volta para o palco. Depois, havia sangue por todo o lado. Penas e sangue."

John Lennon e a sua então mulher, Yoko Ono — que também atuaram durante o festival — estavam a assistir nos bastidores e "adoraram", diz Cooper. "Pensavam que era arte porque era um caos."

No dia seguinte, Cooper conta que o executivo da editora discográfica Frank Zappa lhe ligou e perguntou: "Mataste uma galinha no palco ontem à noite?".

"Eu disse: 'Havia uma galinha. Mas eu não a matei'", recorda Cooper. "Ele disse: 'Não digas a ninguém. Eles adoraram'. Ele disse: 'Está em todos os jornais!' Pensei imediatamente: 'Perfeito.'" A história da galinha tornou-se então enorme. Quem é este monstro que faria isto num concerto de rock?

Quando a banda chegou a Binghamton, Nova Iorque, para o concerto seguinte, Cooper diz que havia 50 pessoas no exterior a protestar. As histórias evoluíram para ele ter incendiado um "pastor alemão".

"A minha reputação estava simplesmente insana", diz. "Não tive de fazer nada. Eles estavam a inventar o seu próprio mito de Alice Cooper. As pessoas estavam a descobrir Alice Cooper, e eu estava a descobri-lo, por isso estávamos todos a fazê-lo ao mesmo tempo."

Para além do incidente com a galinha, a biografia de Alice Cooper explora o percurso de Cooper, desde a sua infância em Detroit com asma até se tornar uma das personagens mais célebres da história da música como vocalista do inovador Alice Cooper Group. Aborda também as lutas contra o vício que enfrentou ao longo do caminho.

Fonte: People, 23 de junho de 2024

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