Cristiano Ronaldo suspenso pela FPF por abandonar estágio da seleção
Perry Mason
(1957-1966) – Katherine Squire, Sheila Bromley
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol
abriu um processo disciplinar contra Cristiano Ronaldo por ter abandonado o
estágio da Seleção Nacional em Copenhaga, na Dinamarca.
Antes do jogo frente à Dinamarca, o capitão da seleção desentendeu-se
com o treinador, Jorge Jesus (JJ), por ter ficado no banco sem entrar no
jogo anterior com a Noruega, ao contrário do que lhe tinha sido prometido.
Segundo o jogador, Jorge Jesus tinha prometido
a Ronaldo que jogaria 30 minutos.
Considerando que JJ lhe faltou à palavra, Cristiano Ronaldo
abandonou a seleção no dia 30 de setembro, deixando na sua conta do Instagram
uma mensagem a anunciar o abandono e garantindo que “a seu tempo” diria a “verdade a todos os portugueses”
sobre as razões que motivaram a sua saída repentina.
Até essa declaração pública do capitão, o mundo do futebol
não conseguiu ficar indiferente à polémica estalada no seio da seleção, com
exceção do plantel, que tentou ao máximo manter-se à parte dos acontecimentos,
evitando as perguntas da comunicação social e acabando
por disputar os 4 melhores jogos da seleção dos últimos anos.
Sob o comando do treinador Jorge Jesus, Portugal venceu as
quatro partidas, qualificou-se para a fase seguinte da Liga das Nações e voltou
ao 5.º lugar do ranking das melhores seleções do mundo, relegando o Brasil para
a 6.ª posição.
Na carta que CR7 publicou nas redes sociais para explicar as
razões que o levaram a abandonar o estágio da Seleção Nacional, o atleta pediu
desculpas à seleção, aos colegas de equipa e ao povo português. Na sua missiva,
Cristiano manifestava-se disponível para
regressar à seleção e assumia “as responsabilidades” por ter
desertado, mostrando-se preparado para as consequências disciplinares.
De acordo com o Conselho de Disciplina (CD), Cristiano Ronaldo
fica então suspenso preventivamente durante a tramitação do processo
classificado como “urgente”:
“Instauração de processo disciplinar a Cristiano Ronaldo dos
Santos Aveiro, por deliberação da Secção Não Profissional, de 9 de outubro de
2026, tendo por objeto o apuramento de eventual relevância disciplinar dos
factos relatados no dia 7 de outubro de 2026. Sem prejuízo da suspensão
preventiva automática a que esteve sujeito até à data da instauração, foi
determinada a suspensão preventiva não automática do jogador e atribuída
natureza urgente ao processo”, pode ler-se no comunicado divulgado pelo CD.
Segundo o site desportivo MaisFutebol, o processo
disciplinar foi instaurado “depois de duas denúncias terem sido feitas contra
Ronaldo: uma partiu da própria direção da Federação e a outra chegou de
terceiros exteriores à própria FPF”. Cristiano Ronaldo fica suspenso por 20 dias, nos termos do n.º 2
do artigo 40.º - A do Regulamento Disciplinar da Federação.
Ainda de acordo com o MaisFutebol, esse período de
suspensão termina no dia 30 de outubro, o que poderá significar que o capitão estará disponível para reintegrar o grupo a
tempo dos jogos da seleção previstos para novembro.
Ronaldo poderá vir a enfrentar uma punição severa por ter
abandonado o estágio. O regulamento disciplinar da federação estipula que
qualquer jogador que "abandone ou não compareça", sem justificação, a
uma sessão de treino, a um jogo ou a uma atividade das seleções nacionais
"será sancionado com uma suspensão de um a seis meses", para além de
uma multa.
Ronaldo comunicou à federação que se ia embora, mas não
ficou claro se a decisão seria considerada justificada de acordo com os
regulamentos.
"Já pedi desculpa, mas sei que as ações têm de ter
consequências. Qualquer pessoa no mundo do futebol, tal como eu, sabe que,
independentemente do estatuto de cada um, as regras são as mesmas para
todos", escreveu Ronaldo na referida carta.
A federação afirmou no sábado que o caso está na comissão de
inquérito disciplinar (CD) e que as informações recolhidas permanecerão
confidenciais até que sejam tiradas as conclusões.
Fonte: Euronews, 10 de outubro de 2026
A solução para este problema complicado, que preocupa os portugueses e diverte os estrangeiros, é simples: CR7 torna-se cidadão americano, Donald Trump liga para a Federação, e especialistas, comentadores e painelistas ficam sem assunto para discutir, enquanto mais uma sangrenta guerra é resolvida pelo líder mundial.

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